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Ibovespa encerra sessão em alta de 2,41%
O Ibovespa fechou na pontuação máxima da sessão, com alta de 2,41%, aos 75.133,42 pontos - maior pontuação desde 27 de outubro -, após ter chegado a cair mais cedo com a notícia de que a agência de classificação de risco S&P Global Ratings já teria comunicado ao Ministério da Fazenda que deve anunciar sua decisão sobre a nota de crédito do Brasil na próxima semana. As declarações do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, negando que a S&P tenha avisado o governo sobre um possível rebaixamento da nota do País, serviram para dar impulso ao índice. O cenário externo positivo também contribuiu para o avanço da bolsa brasileira.
Embraer foi destaque no cenário corporativo
As ações da Petrobras fecharam em alta de 4,07% (PN) e 4,32% (ON, na máxima). Entre os bancos, Itaú Unibanco PN ganhou 4,22% e Bradesco PN, +2,94%. No cenário corporativo, um dos destaques desta tarde foi a disparada das ações da Embraer, que entraram em leilão com a notícia de que a Boeing teria realizado reuniões para a compra da fabricante brasileira de aviões. A Embraer confirmou estar em negociação com a Boeing para uma "potencial combinação de negócios". Ação ON da empresa terminou o pregão em alta de 22,50%, cotada a R$ 20,20.
Dólar termina sessão em alta cotado a R$ 3,3106
O dólar fechou a sessão em alta, com investidores apreensivos com um possível rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela Standard & Poor's (S&P) na semana que vem. O motivo é que a agência não costuma revisar o rating de países em anos eleitorais para não influenciar o resultado nas urnas, por isso o temor de que a revisão aconteça ainda em 2017. "Essa possibilidade reacendeu a memória do mercado sobre os impactos de um downgrade para a economia e trouxe volatilidade para o dólar", afirma José Carlos Amado, operador de câmbio da Spinelli. O dólar à vista fechou com alta de 0,44%, a R$ 3,3106. Na máxima, atingiu R$ 3,3178 (+0,66%) e, na mínima, R$ 3,2921 (-0,12%). O giro foi de US$ 1,279 bilhão.
Juros promovem ajustes em dia sem grandes surpresas
Sem surpresas com a pauta do dia, o mercado futuro de juros dedicou a quinta-feira, 21, a promover ajustes de posições. Ao final do dia, as taxas curtas avançaram levemente, enquanto as mais longas recuaram, possivelmente refletindo um alongamento de posições, segundo relataram profissionais de renda fixa. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 encerrou em 6,91%, de 6,89% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2020, em 8,17%, de 8,18%. Na ponta mais longa, a taxa do DI para janeiro de 2021 caiu de 9,24% para 9,18% (mínima) e a do DI para janeiro de 2023, de 10,24% para 10,15% (mínima).





