Ibovespa
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Dólar
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Ações da Petrobras são destaque da bolsa e sobem
O mercado brasileiro de ações voltou do feriado disposto a recuperar parte das perdas dos últimos pregões e levou o Índice Bovespa a uma alta de 2,38%, aos 72.511,78 pontos. Com a agenda doméstica bastante escassa e o final da temporada de balanços, os investidores dedicaram o dia a corrigir exageros da terça-feira (14) e também ajustar preços, principalmente das "blue chips", cujos ADRs haviam subido no feriado, quando o mercado brasileiro não operou. Os negócios somaram R$ 9,2 bilhões. Nesse movimento de recuperação, o destaque ficou com as ações da Petrobras, que subiram 1,87% (ON) e 3,00% (PN), respectivamente.

Setor financeiro é alvo de investidores estrangeiros
As ações do setor financeiro também tiveram uma sessão de franca recuperação. Esses papéis estavam entre os principais alvos das realizações de lucros dos investidores estrangeiros. As units do Santander Brasil subiram 5,48%, enquanto Banco do Brasil ON avançou 4,74% e Itaú Unibanco PN, 2,52%. Entre as ações que fazem parte da carteira teórica do Ibovespa, a maior alta ficou com Natura ON, que disparou 10,09%. A alta é reflexo do balanço divulgado pela companhia na terça-feira, após o fechamento do mercado, bem recebido pelos analistas. Na carteira do índice, somente CSN ON (-0,81%) e Braskem PNA (-0,67%) recuaram.

Dólar tem queda de 0,93% e fecha cotada a R$ 3,2790
O dólar manteve-se em queda ante o real em praticamente toda a sessão, movimento que foi ampliado nesta tarde, em meio ao cenário externo mais favorável a ativos de risco. De acordo com profissionais do mercado, a moeda americana devolveu os excessos da terça-feira, causados pela postura defensiva dos investidores na véspera do feriado local da Proclamação da República, na quarta. A moeda americana à vista fechou em queda de 0,93%, a R$ 3,2790. O giro financeiro foi de US$ 1,257 bilhão. Na mínima, chegou a R$ 3,2692 (-1,23%) e, na máxima, a R$ 3,3100 (+0,01%).

Juros futuros devolvem alta registrada antes do feriado
Os juros futuros fecharam a sessão regular em queda, devolvendo a alta registrada na terça-feira, num dia positivo para ativos de países emergentes, em especial os do Brasil. O recuo foi consistente nos vencimentos longos, os que mais vinham subindo recentemente. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 encerrou com taxa de 7,26%, de 7,27% no ajuste de terça-feira e a do DI para janeiro de 2020, em 8,56%, de 8,63%. A taxa do DI janeiro de 2021 caiu de 9,52% para 9,41% e a do DI janeiro de 2023 encerrou em 10,21%, de 10,35%.

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