MERCADO FINANCEIRO
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Dólar volta a subir (0,74%) após três sessões em queda
Após acumular perda de 1,17% nas três últimas sessões, o dólar voltou a subir nesta segunda-feira, 16, impulsionado pela percepção de que os juros deverão subir nos EUA em dezembro, conduzido ainda por cautela política diante de mais um episódio de desgaste entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o presidente Michel Temer, às vésperas da votação da segunda denúncia contra ele, no Congresso. No mercado à vista, o dólar fechou em alta de 0,74%, aos R$ 3,1725. O giro financeiro somou US$ 720 milhões. Na mínima, a moeda ficou em R$ 3,1532 (+0,12%) e na máxima, R$ 3,1735 (+0,77%). No mercado futuro, o dólar para novembro avançou 0,82%, aos R$ 3,1790. O giro financeiro somou US$ 13,56 bilhões. Durante o pregão, a divisa oscilou de R$ 3,1605 (+0,23%) a R$ 3,1810 (+0,88%).
Ibovespa termina o dia em baixa de 0,13%, aos 76.891 pontos
Os mais recentes episódios do cenário político trouxeram algum desconforto ao mercado de ações e tiraram o fôlego do Índice Bovespa, que não sustentou a alta do período da manhã desta segunda-feira, 16. O indicador chegou a subir até 0,51%, mas inverteu o sinal no início da tarde e terminou o dia em baixa de 0,13%, aos 76.891,83 pontos. O volume de negócios totalizou R$ 14,9 bilhões, inflado pelos R$ 5,4 bilhões movimentados no exercício de opções sobre ações.
Vale sobe com aumento dos preços do minério de ferro na China
A alta dos preços do minério de ferro na China favoreceu os papéis da Vale, que terminaram o dia com ganho de 1,34% (ON). A valorização dos preços do petróleo, em meio a tensões no Oriente Médio, favoreceu as ações da Petrobras, que subiram 0,36% (ON) e 0,25% (PN).Do lado das baixas, as mais relevantes ao longo do dia foram das ações do setor financeiro, elétrico e siderúrgico. No caso dos bancos, a exceção ficou com as units do Santander, que subiram 3,95%. Já Itaú Unibanco, ação de maior peso na composição do Ibovespa, teve baixa de 0,52%.
Taxa DI para janeiro de 2019 vai de 7,28% para 7,27%
Os juros futuros fecharam a sessão regular desta segunda-feira, 16, com viés de alta, com exceção dos vencimentos de curto prazo, mais sensíveis às próximas decisões de política monetária, que terminaram perto da estabilidade. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 encerrou em 7,28%, de 7,27% no ajuste de sexta-feira, e a do DI para janeiro de 2020 subiu de 8,20% para 8,24%. A taxa do DI janeiro de 2021 terminou em 8,99%, de 8,93%, e a do DI para janeiro de 2023 avançou de 9,65% para 9,71%. O DI para janeiro de 2018, que capta as apostas para as duas últimas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) este ano, tinha taxa de 7,390%, de 7,392% no ajuste anterior.





