Moeda norte-americana fecha em alta de 0,54%
O dólar subiu com força ante o real nesta quinta-feira devido a expectativas positivas de dados do emprego nos Estados Unidos e negativas de que no Brasil o presidente Michel Temer poderá ter dificuldade de escapar da segunda denúncia na Câmara dos Deputados. No mercado à vista, o dólar fechou em alta de 0,54%, aos R$ 3,1497. O giro financeiro somou US$ 1,01 bilhão. Na mínima, a moeda ficou em R$ 3,1265 (-0,20%) e na máxima, R$ 3,1562 (+0,74%). o mercado futuro, o dólar para novembro subiu 0,56%, aos R$ 3,1645. O giro financeiro somava US$ 16,43 bilhões. Durante o pregão, a divisa oscilou de R$ 3,1365 (-0,33%) a R$ 3,1665 (+0,61%).

Ibovespa termina pregão praticamente estável
A bolsa brasileira foi da euforia à cautela nesta quinta-feira. De manhã o mercado se entusiasmou com sinais positivos da economia. À tarde, adotou posição cautelosa devido a preocupações quanto à governabilidade de Michel Temer. Depois de ter subido até 1,87%, alcançado a marca histórica dos 78.024 pontos, o Ibovespa perdeu fôlego gradativamente ao longo da tarde e fechou praticamente estável, em alta de 0,03%, aos 76.617,52 pontos.

Petrobras ON e PN sobem 1,59% e 1,53%, respectivamente
O cenário internacional também teve influências positivas e negativas. Na volta do feriado na Ásia, o minério de ferro teve queda de 0,92% no mercado à vista chinês e favoreceu a queda de 1,04% de Vale ON. As ações do setor siderúrgico chegaram a exibir fôlego de alta após os dados da Anfavea, mas ao final cederam à realização. CSN ON caiu 2,14% e Gerdau PN, 2,55%. Em contrapartida, as altas firmes dos preços do petróleo levaram Petrobras ON e PN a ganhos de 1,59% e 1,53%, respectivamente. As ações do setor financeiro seguiram para lados distintos. Banco do Brasil ON subiu 1,63%, mas os papéis da B3 recuaram 1,36%.

Juros futuros fecham em alta; DI para janeiro/23 chega a 9,73%
Os juros futuros fecharam em alta, com exceção dos vencimentos de curtíssimo prazo, que recuaram. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 subia de 7,31% no ajuste de quarta-feira para 7,35%. A taxa do DI para janeiro de 2020 (322.130 contratos) fechou em 8,29%, de 8,19% no ajuste anterior, e a do janeiro de 2021 terminou em 9,01%, de 8,88%. A taxa do DI para janeiro de 2023 encerrou em 9,73%, de 9,58%, e a do janeiro de 2025 avançou de 9,92% para 10,06%. No exterior, o rendimento dos Treasuries de dez anos apresenta forte elevação, para o nível de 2,35%, do patamar de 2,32% de quarta.

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