Mercado financeiro
Moeda norte-americana fechou em baixa, a R$ 3,14
O anúncio de emissão externa do Tesouro Nacional e ruídos sobre uma eventual privatização da Petrobras, após o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, afirmar na segunda-feira, 2, à noite, que este "é um caminho", levaram o dólar a recuar ante o real nesta terça-feira, 3, pelo quarto dia consecutivo. A queda, no entanto, ficou limitada no patamar de R$ 3,14. No mercado à vista, o dólar fechou em baixa de 0,30%, aos R$ 3,1466. O giro financeiro somou US$ 824 milhões. Na mínima, a moeda ficou em R$ 3,1417 (-0,45%) e na máxima, R$ 3,1656 (+0,30%). No mercado futuro, o dólar para novembro caiu 0,39%, aos R$ 3,1555. O giro financeiro somou US$ 12,41 bilhões. Durante o pregão, a divisa oscilou de R$ 3,1545 (-0,42%) a R$ 3,1785 (+0,33%).
Ibovespa bate novo recorde fechando em 76.762 pontos
Os investidores do mercado brasileiro de ações retomaram com força o ímpeto comprador e levaram o Índice Bovespa nesta terça-feira, 3, a um novo recorde histórico: encerrou o pregão aos 76.762,91 pontos, em alta de 3,23%, na máxima do dia. Foi, ainda, a maior alta porcentual desde 3 de janeiro (+3,73%). O volume de negócios na bolsa brasileira somou R$ 11,3 bilhões, acima da média diária de setembro (R$ 9,9 bilhões).Entre os principais fatores que movimentaram o pregão estiveram especulações otimistas acerca da agenda de privatizações do governo e de alterações em depósitos compulsórios dos bancos.
Ações de bancos ajudam a elevar índice da B3
Petrobras ON e PN subiram 4,65% e 3,77%, respectivamente. Eletrobras ON e PNB dispararam 6,13% e 7,10%. Banco do Brasil ON avançou 4,06%.O bloco dos bancos também teve participação essencial na alta do Ibovespa, com o mercado especulando sobre a possibilidade de redução de depósitos compulsórios sobre depósitos a prazo, o que foi negado pelo Banco Central. Por meio de sua assessoria de imprensa, o BC reafirmou que a simplificação da regra do compulsório bancário faz parte da Agenda BC+. Ao final dos negócios, Itaú Unibanco PN teve alta de 3,43%, enquanto Bradesco ON e PN avançaram 5,00% e 4,30%, respectivamente.
Juros sobem e taxa DI para janeiro termina em 7,29%
Os juros futuros fecharam a sessão regular desta terça-feira, 3, em alta, renovando máximas na última hora de negócios, enquanto o Ibovespa continuou acelerando os ganhos e também batendo máximas intraday. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 subiu de 7,25% no ajuste de segunda-feira para 7,29% e a taxa do contrato DI para janeiro de 2020 fechou na máxima de 8,16%, de 8,08% no ajuste anterior. A taxa do DI para janeiro de 2021 fechou na máxima de 8,85%, de 8,77% no ajuste de segunda, e a do DI para janeiro de 2023 avançou de 9,47% para 9,53%, também na máxima.





