Mercado financeiro
Moeda norte-americana fechou em R$ 3,156, baixa de 0,33%
Na contramão do comportamento ante a maioria das moedas, o dólar operou em queda em relação ao real durante a maior parte desta segunda-feira, 2, amparado por movimentos técnicos de fluxo de exportação. Além disso, o mercado - que até sexta-feira, operava na expectativa para avaliar o impacto da liquidação de quase US$ 4 bilhões em swap do Banco Central - aproveitou para corrigir posições, após o vencimento dos contratos. No mercado à vista, o dólar fechou em baixa de 0,33%, aos R$ 3,1560. O giro financeiro somou US$ 809 milhões. Na mínima, a moeda ficou em R$ 3,1516 (-0,47%) e na máxima, R$ 3,1788 (+0,38%). No mercado futuro, o dólar para novembro caiu 0,28%, aos R$ 3,1680. O giro financeiro somou US$ 13,11 bilhões.
Em dia fraco, Ibovespa fecha em alta de 0,09%
mercado brasileiro de ações mostrou fraqueza durante toda a sessão de negócios desta segunda-feira, 2, o que se refletiu em volume de negócios reduzido e oscilações bastante contidas do Índice Bovespa. Com influência claramente positiva das bolsas de Nova York e a recuperação das ações da Petrobras, o índice conseguiu absorver movimentos de correção e fechou em alta de 0,09%, aos 74.359,82 pontos. Os negócios somaram R$ 7,2 bilhões, contra R$ 9,9 bilhões da média registrada na Bolsa em setembro.
Petrobras e setor financeiro ajudam a puxar o índice
As ações da Petrobras, no entanto, conseguiram superar a influência do petróleo e terminaram o dia com altas de 0,57% (ON) e de 0,65% (PN). Com isso, fizeram diferença no resultado final positivo do Ibovespa. As ações do setor financeiro também contribuíram para o sinal positivo no final do dia, com destaque para Bradesco ON e PN, que subiram 1,26% e 1,00%, respectivamente. Com isso, contribuíram para neutralizar quedas de papéis de outros setores, como Cielo ON (2,18%), Qualicorp ON (-2,01%), Natura ON (-1,83%) e Ambev ON (-1,63%), as quatro maiores quedas do Ibovespa.
Taxa DI fecha em baixa: 7,25% para janeiro de 2019
Os juros futuros fecharam em baixa a sessão regular desta segunda-feira, que teve liquidez fraca, abaixo do padrão. Sem agenda relevante e com poucos destaques no noticiário doméstico, o mercado operou mais de olho no câmbio. As taxas chegaram a sofrer alguma pressão de alta pela manhã, mas que no começo da tarde já se dissipava. A do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou em 7,25%, de 7,29% no ajuste de sexta-feira. A do DI para janeiro de 2020 caiu de 8,13% para 8,08% e a do DI para janeiro de 2021, de 8,83% para 8,77%. A taxa do DI janeiro de 2023 terminou em 9,47%, de 9,52%.





