Mercado financeiro
Petrobras
sobe
Vale ON
desce
Índice Bovespa tem ganho de 0,33%
O Índice Bovespa teve sua terceira alta consecutiva e renovou seu recorde histórico ao marcar 74.787,56 pontos, com ganho de 0,33%. Em um dia de acontecimentos relevantes nos cenários político, jurídico e policial, as ordens de compra continuaram a ser motivadas por fatores relacionados à recuperação da economia e à expectativa de avanço da reforma da Previdência. O viés positivo da Bolsa firmou-se somente à tarde, a partir da aceleração dos preços do petróleo nos mercados futuros internacionais, que impulsionou as ações da Petrobras.
Papéis da Petrobras encerram em alta
Petro ON e PN terminaram o dia com ganhos de 1,82% e 1,08%, respectivamente. Os papéis do setor financeiro também terminaram o dia em terreno positivo, embora com oscilações mais moderadas. Itaú Unibanco PN, ação de maior peso na composição do Ibovespa, subiu 0,70%. Bradesco ON avançou 0,95%. Na contramão esteve Vale ON, que recuou 1,39%. Destacaram-se ainda os papéis da JBS, que subiram 2,35% e estiveram entre as maiores altas do Ibovespa. A alta refletiu a possibilidade de troca de comando na empresa, que conferiria maior profissionalismo à gestão e redução da exposição da companhia a riscos relacionados aos seus donos.
Dólar fecha em R$ 3,14 e sobe 0,35%
O dólar fechou em alta seguindo o comportamento da divisa no exterior e alguma cautela interna, embora tenha desacelerado os ganhos à tarde em meio a uma continuidade na perspectiva de fortalecimento do governo. Especialistas do mercado salientaram ainda um tom positivo em relação à expectativa de que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, seja candidato a presidente nas eleições de 2018. No mercado à vista, o dólar fechou em alta de 0,35%, aos R$ 3,1385. O giro financeiro somou US$ 1,46 bilhão. Na mínima, a moeda ficou em R$ 3,1230 (-0,14%) e, na máxima, aos R$ 3,1426 (+0,47%).
Taxas de juros terminam sessão em queda
Os juros futuros fecharam em queda nos contratos de curto e médio prazos, enquanto os longos terminaram estáveis. Ao longo do dia, o mercado mostrou pouca disposição para os negócios, travado pela expectativa em relação à evolução do cenário político e sua influência sobre o andamento das reformas. As taxas curtas seguiram refletindo a expectativa de queda da inflação e da Selic. No final da sessão regular, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou em 7,59%, de 7,64%; a taxa do DI para janeiro de 2021 passou de 9,02% para 9,01%; e a do DI para janeiro de 2023, de 9,65% para 9,64%.





