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subiu
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Bolsa inicia semana em alta de 1,56%
A alta das commodities metálicas no mercado externo e o sentimento mais otimista do investidor com o cenário político doméstico levaram o Índice Bovespa de volta ao patamar anterior à crise política deflagrada em 17 de maio, a partir da delação do grupo JBS. O índice terminou esta segunda-feira, 7, em alta de 1,56%, aos 67.939,65 pontos, depois de ter atingido a máxima intraday de 68.043,36 pontos (+1,71%). O volume de negócios somou R$ 7,9 bilhões. Os principais destaques do pregão foram as ações de mineração e siderurgia. Vale ON e PNA subiram 3,81% e 4,35%, respectivamente. Já CSN ON disparou 8,67% e foi a maior alta do Ibovespa.
Moeda americana mantém tendência de queda
O dólar renovou mínima ante o real depois que o petróleo terminou com perdas bem menores do que as observadas ao longo da sessão e diante da informação apurada pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, de que o governo estuda lançar um pacote de medidas tributárias para garantir a arrecadação em 2018.
No mercado à vista, o dólar terminou em baixa de 0,07%, aos R$ 3,1253. Na mínima, a moeda ficou em R$ 3,1210 (-0,21%) e, na máxima, aos R$ 3,1343 (+0,21%). O dólar para setembro caiu 0,19%, aos R$ 3,1410. O volume financeiro movimentado somou US$ 8,26 bilhões. A divisa oscilou de R$ 3,1355 (-0,36%) a R$ 3,1495 (+0,07%).
Taxas curtas quase estáveis
Os juros futuros encerraram a sessão regular em alta moderada, refletindo uma realização de lucros após o forte alívio de prêmios visto na semana passada. Os investidores aproveitaram a agenda fraca da segunda-feira para ajustar um pouco suas posições. As taxas curtas fecharam quase estáveis, com oscilação restrita, às vésperas da divulgação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de julho. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 fechou em 8,190%, de 8,185% no ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2019 encerrou com taxa em 8,03%, de 7,99%. E a taxa do DI para janeiro de 2021 (93.575 contratos) subiu de 9,16% para 9,22%.
Governo estuda pacote de medidas tributárias
A frustração de receitas deve obrigar o governo a revisar a meta que limita o déficit primário a até 139 bilhões em 2017, mas o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que isso não tem data definida para acontecer. Já para 2018, segundo apurou o Broadcast, o governo estuda lançar um pacote de medidas tributárias para garantir a arrecadação, entre elas a possibilidade de adoção de alíquota do imposto de renda para pessoa física, de 30% ou 35%; mudanças na tributação de dividendos e em aplicações financeiras. A expectativa é que as medidas, segundo as fontes, ampliem o caixa em pelo menos R$ 35,5 bilhões no ano que vem.





