Santander Brasil
sobe

Vale
desce

Ibovespa fecha em baixa de 0,06%
A forte deterioração das bolsas de Nova York na última hora de negociação anulou a alta com que o Índice Bovespa operou durante a tarde desta terça-feira (8). O índice terminou o dia praticamente estável, em baixa de 0,06%, aos 67.898,93 pontos, depois de ter atingido até 68.500,05 pontos na máxima da sessão (+0,82%). Durante todo o dia o mercado brasileiro dividiu as atenções entre influências dos cenários interno e externo. A virada do final da sessão não foi mais forte porque o dólar manteve-se comportado diante da notícia de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez ameaças à Coreia do Norte.

Setor financeiro sustentou índice
Ao longo do dia, o Ibovespa foi sustentado principalmente pelas ações do setor financeiro, que na maioria operaram com ganhos durante todo o pregão. Entre elas, destaque para as units do Santander Brasil (+2,34%) e para Bradesco PN (+1,05%). Os papéis da Vale acompanharam a queda dos preços do minério de ferro no mercado chinês e recuaram 1,14% (ON) e 1,29% (PNA). Já as ações da Petrobras alternaram sinais ao longo do dia e fecharam com perdas de 0,86% (ON) e de 0,44% (PN). O noticiário doméstico foi acompanhado de perto, em meio ao desconforto dos investidores em relação à questão fiscal.

Dólar termina em leve alta de 0,14%
Após ter ficado no zero a zero ao longo da sessão, o dólar fechou em leve alta ante o real. Os investidores seguiram operando em compasso de espera, seja por novidades internas em torno do andamento da reforma da Previdência, seja pelos dados de inflação ao consumidor nos EUA que serão divulgados na sexta-feira. Além disso, esteve no radar do mercado a possibilidade de aumento de impostos e o que isso pode significar. No mercado à vista, o dólar terminou em alta de 0,14%, aos R$ 3,1296. O giro financeiro somou US$ 1,31 bilhão. Na mínima, a moeda ficou em R$ 3,1207 (-0,14%) e, na máxima, aos R$ 3,1378 (+0,39%).

Juros têm dia de movimentação contida
Os juros futuros encerraram a sessão perto da estabilidade em mais um dia de volume moderado de contratos negociados. A movimentação das taxas mais uma vez foi contida em função da falta de novidades no noticiário. Os vencimentos curtos passaram o dia de lado e os longos, levemente pressionados para cima. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) vencimento em janeiro de 2018 (85.850 contratos) fechou com taxa de 8,175%, de 8,190%, e a do DI para janeiro de 2019 (219.465 contratos) ficou em 8,02%, de 8,03%. A taxa do DI para janeiro de 2021 (157.875 contratos) terminou com taxa de 9,25%, de 9,22%.

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