Ibovespa
sobe

Dólar
desce

Moeda norte-americana termina em baixa de 0,45%
O dólar aprofundou as perdas ante o real na tarde desta segunda-feira (31), contribuindo para a moeda terminar com a maior queda mensal do ano. De acordo com um gerente de mesa de derivativos, os investidores receberam bem as falas do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, garantindo, por enquanto, a meta fiscal (de déficit de R$ 139 bilhões) e que poderá ter aumento de impostos se for necessário. Contribuíram para as mínimas o enfraquecimento do dólar no exterior e o fechamento do petróleo em alta. No mercado à vista, o dólar terminou em baixa de 0,45%, aos R$ 3,1202.

Bovespa sobe ao maior nível desde 17 de maio
O Índice Bovespa teve alta de 0,65%, no último pregão de julho, e atingiu a marca de 65.920,35 pontos, maior nível desde 17 de maio, antes da deflagração da atual crise política. A valorização do índice foi comandada pelas ações da Vale e das siderúrgicas, impulsionadas pela disparada de 7,23% do minério de ferro no mercado à vista chinês. Com o resultado, o Ibovespa encerrou julho com ganho de 4,80%, contabilizando ingresso de R$ 3,09 bilhões em recursos externos até o último dia 27. Ao final dos negócios, Vale ON e PNA tiveram ganhos de 3,16% e 2,78%, respectivamente. A maior alta do Ibovespa foi Bradespar PN (4,29%), acionista da Vale.

Papéis da Petrobras terminam em terreno positivo
Com os preços do petróleo instáveis durante quase todo o dia, as ações da Petrobras alternaram altas e baixas ao longo do pregão, mas terminaram o dia em terreno positivo, com +1,17% (ON) +1,22% (PN). CSN ON (+1,87%) e Gerdau PN (+0,66%) também se destacaram na Bovespa. Os papéis dos bancos seguiram sentidos opostos e tiveram Bradesco PN como maior alta (+1,48%); BMFBovespa teve a queda mais significativa (-1,01%). As estreantes IRB ON (+7,53%) e Omega Geração ON (+5,77%) foram destaques positivos do pregão, pela valorização e pelos volumes significativos de negócios.

Juros futuros de longo prazo encerram em baixa moderada
Os juros futuros de longo prazo encerraram a sessão regular em baixa moderada e os demais vértices, com taxas perto dos ajustes anteriores. Os contratos com vencimento posterior a 2020 fecharam com sinal de baixa. Os vencimentos curtos e intermediários pouco oscilaram. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 (167.040 contratos) fechou estável em 8,265% e a do DI para janeiro de 2019 (224.690 contratos) encerrou em 8,10%, de 8,09% no último ajuste. A taxa do DI para janeiro de 2020 (117.525 contratos) terminou em 8,71%, de 8,73%. A taxa do DI para janeiro de 2021 (196.615 contratos) caiu de 9,32% para 9,28%.

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