Petrobras - sobe
Vale - desce

Dólar fecha em leve alta com mercado atento ao Congresso

Moeda norte-americana termina com ganhos de 0,10% a R$ 3,3087
O viés de alta prevaleceu durante a tarde de ontem, no dólar, com o mercado de olho em novidades tanto no Senado quanto na Câmara. Além disso, foi registrada cautela também com o resto da semana no exterior, a começar hoje com a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), além de dados da indústria norte-americana e o relatório de emprego nos Estados Unidos na sequência. No mercado à vista, o dólar terminou em alta de 0,10%, aos R$ 3,3087. O giro financeiro registrado somou US$ 795 milhões. Na mínima, ficou em R$ 3,2990 (-0,19%) e, na máxima, aos R$ 3,3106 (+0,16%).

Bovespa fecha próxima à estabilidade e Vale é destaque negativo do dia
A ausência das bolsas de Nova York e a escassez de notícias relevantes no cenário doméstico geraram um pregão de poucos negócios e oscilações mínimas na bolsa. O Índice Bovespa oscilou em um intervalo bastante estreito e fechou próximo da estabilidade, aos 63.231,58 pontos (-0,08%). Os negócios somaram R$ 2,5 bilhões, cerca de um terço da média das últimas semanas. Na análise por ações, os papéis da Vale foram destaque negativo do dia, depois de diversas sessões de ganhos recentemente. As ações foram corrigidas em sintonia com a queda de 1,64% do minério de ferro no mercado à vista chinês. Vale ON e PNA recuaram 0,10% e 0,15%, respectivamente.

Petrobras acompanha petróleo nas bolsas internacionais e fecha em alta
Os papéis da Petrobras avançaram 0,30% e 0,57%, em sintonia com o comportamento levemente positivo do petróleo nas bolsas internacionais. No dia anterior, a petrolífera anunciou aumento de 1,8% para a gasolina e de 2,7% para o diesel nas refinarias, dentro da nova sistemática de mudanças nos preços dos combustíveis. Já as ações do setor financeiro tiveram desempenho essencialmente negativo, com exceção de Banco do Brasil ON (+0,52%) e Bradesco PN (+0,14%). Após dois pregões com a liquidez prejudicada pelo feriado nos EUA, a expectativa é pelo restabelecimento dos volumes de negócios a partir de hoje.

Taxas de juros futuros oscilam em torno de ajustes anteriores
Os juros futuros continuaram oscilando ao redor dos ajustes anteriores até o final da sessão regular. A ponta longa mostrou algum viés de alta, refletindo o compasso de espera com os eventos políticos. A agenda doméstica trouxe como destaque os dados da produção industrial, que vieram bons, mas não chegaram a fazer preço, uma vez que foram considerados "retrovisores". A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 (96.980 contratos) encerrou em 8,835%, de 8,840%. A taxa do DI janeiro de 2019 (87.225 contratos) passou de 8,81% para 8,80%. E a taxa do DI janeiro de 2021 (65 320 contratos) encerrou a 10,00%, de 9,98%.

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