Ibovespa - sobe
Dólar - desce

Clima político abre espaço para queda do dólar

Prisão de Geddel reduz perda do dólar ante o real
O clima político mais ameno abriu espaço para o dólar recuar ante o real, em dia também de commodities em alta e véspera de feriado nos EUA. No entanto, pouco antes do fechamento do mercado, o dólar reduziu as perdas com a notícia de que o ex-ministro Geddel Vieira Lima foi preso pela Polícia Federal dentro da Operação Cui Bono. No mercado à vista, o dólar terminou em baixa de 0,20%, aos R$ 3,3053. O giro financeiro registrado somou US$ 1,34 bilhão. Na mínima, ficou em R$ 3,2940 (-0,54%) e, na máxima, aos R$ 3,3234 (+0,34%). No mercado futuro, o dólar para agosto fechou em baixa de 0,20%, aos R$ 3,3210. O volume financeiro movimentado somou US$ 13,28 bilhões.

Bovespa termina em alta de 0,60% com liquidez reduzida
A liquidez reduzida foi a principal característica da Bovespa neste primeiro pregão de julho, especialmente após as 14h, quando as bolsas de Nova York fecharam antecipadamente, em virtude do feriado da independência dos Estados Unidos. O viés positivo deixado pelos mercados norte-americanos se sustentou na bolsa brasileira até o final do dia, mas com pouco vigor. O índice Bovespa terminou aos 63.279,58 pontos, em alta de 0,60%, depois de ter subido até 0,70% na máxima do dia. Os negócios somaram R$ 4,7 bilhões.

Vale e setor financeiro sustentam alta do índice
A alta do dia foi garantida pelas ações da Vale e do setor financeiro, uma vez que os papéis da Petrobras perderam fôlego na última hora de negociação, apesar da alta dos preços do petróleo. Ao final dos negócios, Vale ON e PNA ganharam 2,24% e 1,86%, respectivamente, Entre os bancos, Santander Brasil (+2,12%) e Banco do Brasil ON (+1,38%) foram destaques. Entre as ações que fazem parte do índice, as maiores altas foram de Qualicorp ON (+3,87%) e JBS ON (+3,06%). As quedas mais significativas ficaram com Pão de Açúcar PN (-2,26%) e Natura ON (-2,10%).

Taxas de juros futuros encerram sessão em queda
Os juros futuros encerraram a sessão regular em baixa ao longo de toda a curva e nas mínimas. O alívio nas taxas, contudo, não teve respaldo de liquidez. O giro foi fraco, atribuído sobretudo ao fechamento dos mercados norte-americanos mais cedo, em função do feriado da Independência hoje, nos Estados Unidos. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2018 (122.185 contratos) fechou com taxa de 8,840% (mínima), ante 8,940%. A taxa do DI janeiro de 2019 (145.610 contratos) também fechou na mínima, de 8,81%, de 8,91%. A taxa do DI janeiro de 2021 (107.045 contratos) caiu de 10,08% para 9,98% (mínima).

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