Subiu
Santander

Desceu
Petrobras

Julgamento no TSE causa pequenas altas e baixas
O dólar alternou pequenas altas e baixas ao longo de toda a sessão de negócios de quarta-feira, 7. Apesar de uma aposta cautelosa na absolvição da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a percepção foi de que o processo de julgamento será longo, com possibilidade de recurso que leve o tema para o Supremo Tribunal Federal (STF). Nesse compasso de espera, o volume de negócios se manteve reduzido. O dólar à vista terminou o dia em baixa de 0,06%, cotado a R$ 3,2747, depois de ter oscilado entre a mínima de R$ 3,2652 (-0,35%) e a máxima de R$ 3,2864 (+0,30%). Os negócios na clearing de câmbio da B3 somaram US$ 661,1 milhões.

Bovespa tem leve alta com temor a riscos
O movimento dos negócios na bolsa nesta quarta-feira, 7, evidenciou, uma vez mais, a indisposição dos investidores em tomar riscos diante das incertezas que se colocam na cena política no segundo dia do julgamento do TSE. Ainda assim, o Ibovespa fechou em alta (0,34%), aos 63.170,73 pontos. O volume financeiro foi de R$ 6,58 bilhões, levemente abaixo do registrado na véspera. No meio da tarde, o volume de negócios desacelerou acentuadamente, após a suspensão do julgamento, que será retomado nesta quinta-feira, 8, com chance de ter uma sessão extra, de acordo com o presidente do TSE, Gilmar Mendes. O giro projetado da bolsa para o dia era próximo de R$ 8 bilhões.

Papéis de financeiras puxam recuperação
A queda forte do preço do petróleo no mercado externo assim como do minério de ferro refletiu nas ações da Petrobras e Vale, que fecharam o pregão em baixa de 2,35% (PN) e 0,49% (ON). Sustentando o índice no terreno positivo, as blue chips das quatro maiores instituições financeiras mostraram recuperação. Em 30 dias, Banco do Brasil - afetado por riscos políticos - acumula perda de 12,72%, Bradesco, de 9,64%, ItauUnibanco, de 5,39%. Santander, cuja matriz anunciou ontem a compra do Banco Popular Espanhol, liderou a alta do bloco financeiro, mas, ainda assim, seguiu com perdas acumuladas no mês de 5,4%.

Juros têm dia fraco e em compasso de espera
Os juros futuros encerraram a sessão regular perto dos ajustes anteriores, em dia marcado pela volatilidade das taxas e pelo volume mais fraco de contratos negociados, em função dos eventos e indicadores esperados até o fim da semana, principalmente em relação ao julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 (204.220 contratos) ficou em 9,310%, de 9,315% no ajuste de terça. O DI janeiro de 2019 (288.130 contratos) encerrou com taxa em 9,40%, de 9,395 no ajuste de terça. A taxa do DI janeiro de 2021 (155.620 contratos) passou de 10,45% para 10,47%.

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