Bovespa
sobe

Dólar
desce

Pregão teve oscilações contidas e volume financeiro moderado
A Bolsa brasileira teve sua terceira alta consecutiva, mas já com sinais de perda de fôlego. O noticiário doméstico escasso e a queda das bolsas de Nova York promoveram um pregão de oscilações contidas e volume financeiro moderado. O Índice Bovespa terminou o dia aos 67.537,61 pontos, em alta de 0,28%. A alta do petróleo nos mercados de Londres e Nova York contribuiu para o viés positivo ao longo do dia. Ainda assim, Petrobras terminou o dia com sinais diferentes: PN +0,61%, e ON -0,20%. A queda do minério de ferro no mercado chinês contribuiu para as quedas das ações da Vale. Vale ON e PNA caíram 0,90% e 1,58%.

Banco do Brasil e Itaú Unibanco são destaques do setor financeiro
"A grande expectativa do mercado é com a votação da reforma da Previdência. E como não se espera votação antes do final do mês, a tendência é o mercado se arrastar nesse ritmo até lá", disse Luiz Roberto Monteiro, operador da mesa institucional da Renascença Corretora. Entre as ações do setor financeiro, o destaque ficou com Banco do Brasil ON, que avançou 3,12%. O banco anunciou um lucro líquido de R$ 2,515 bilhões, com alta de 95,6% sobre o mesmo período do ano passado. Itaú Unibanco PN subiu 1,71% com a informação do acordo para adquirir 49% do capital da XP Investimentos.

Dólar cai pelo segundo dia e fecha no menor nível desde 24 de abril
O dólar seguiu sua trajetória iniciada na quarta-feira e recuou ante o real, em dia de fraqueza generalizada da moeda americana no exterior e continuidade de avanço das commodities. O dólar à vista no balcão terminou o pregão em baixa de 0,70%, a R$ 3,1455 - o menor nível desde 24 de abril - após atingir máxima do dia a R$ 3,1687 (+0,02%) e mínima a R$ 3,1440 (-0,75%). O giro registrado na clearing de câmbio da B3 foi de US$ 1,31 bilhão. No mercado futuro, o dólar para junho perdia 0,74% por volta das 17h15, a R$ 3,1610. O volume de negócios somava US$ 14,7 bilhões.

Juros fecham em queda estimulados por apostas em corte da Selic
Os juros futuros voltaram a fechar em queda firme, principalmente os curtos, ainda estimulados pelas apostas em um corte mais agressivo da Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Ao final da sessão regular, que teve expressivo volume de contratos, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para julho de 2017 (399.655 contratos) fechou com taxa de 10,478%, de 10,503%. A taxa do DI janeiro de 2018 (232.895 contratos) encerrou na mínima de 9,180%, de 9,280%. A taxa do DI janeiro de 2019 (336.625 contratos) caiu de 9,12% para 9,01% e a do DI janeiro de 2021 (205.190 contratos) passou de 9,81% para 9,73%.

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