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Commodities metálicas e reforma da Previdência estimulam correções
A Bovespa teve um pregão de correções, favorecidas pela recuperação das commodities metálicas no mercado externo e pela tranquilidade na votação dos destaques à reforma da Previdência. Os preços do petróleo voltaram a cair, mas não impediram a recuperação das ações da Petrobras, que se somou aos ganhos das ações da Vale e das mineradoras. Com isso, o Índice Bovespa fechou com alta de 1,15% e retomou o patamar dos 66 mil pontos, perdido na última semana. O volume de negócios com ações na B3 somou R$ 6,6 bilhões, novamente abaixo da média das últimas semanas, sinalizando um mercado ainda de pouco apetite.
Vale sobe com reação das commodities metálicas e siderúrgicas acompanham
A reação das commodities metálicas abriu espaço para a alta das ações da Vale, que ganharam 1,81% (ON) e 2,26% (PNA). As siderúrgicas acompanharam, tendo como destaque Gerdau PN (+4,13%) e CSN ON (+3,35%). Os papéis da Petrobras avançaram 1,09% (ON) e 0,43% (PN). O setor bancário também contribuiu para os ganhos do dia, mas com menor vigor. Itaú Unibanco PN, ação de maior peso no Ibovespa, subiu 0,26%. Banco do Brasil ON avançou 0,37%. O noticiário em torno da sessão da comissão especial da reforma da Previdência na Câmara foi monitorado durante todo o dia e contou como fator positivo.
Dólar realiza lucros ante real e fecha em baixa de 0,36% cotado a R$ 3,1845
Após fechar no maior nível em quase quatro meses, o dólar passou por uma realização de lucros ante o real, enquanto os investidores acompanhavam a votação dos destaques da reforma da Previdência. O desempenho no mercado doméstico contrariou o movimento comprador da moeda americana no exterior, que subiu com a maior chance de alta de juros dos Estados Unidos e no aguardo por discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) e dados econômicos de peso. O dólar à vista no balcão terminou o pregão em baixa de 0,36%, a R$ 3,1845, após atingir máxima do dia a R$ 3,1971 (+0,03%) e mínima a R$ 3,1789 (-0,54%).
Juros futuros caem embalados por reforma da Previdência, dólar e IGP-DI em abril
Os juros futuros confirmaram no fechamento da sessão regular a trajetória de queda vista desde a abertura dos negócios, embalados pelo otimismo sobre a aprovação da reforma da Previdência, recuo do dólar e forte deflação do IGP-DI em abril. Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para julho de 2017 (51.860 contratos) fechou na mínima, com taxa de 10,530%, ante 10,559%. A taxa do DI janeiro de 2018 (157.575 contratos) caiu de 9,40% para 9,35%, e a do DI janeiro de 2019 (290.345 contratos) terminou em 9,20%, de 9,27%. O DI janeiro de 2021 (144.360 contratos) fechou com taxa de 9,87%, de 9,95%.





