Mercado financeiro
Moeda americana termina o dia com alta de 0,66%
O dólar fechou no maior nível em quase quatro meses ante o real, seguindo o comportamento da moeda americana no exterior em meio a uma fraqueza das commodities. A valorização do dólar foi ajudada pela realização de lucros do euro, após Emmanuel Macron vencer a eleição presidencial na França. O dólar à vista no balcão terminou o pregão em alta de 0,66%, a R$ 3,1960, no maior nível desde 19 de janeiro (R$ 3,2065), após atingir máxima do dia a R$ 3,2055 e mínima a R$ 3,1750. O giro registrado na clearing de câmbio da B3 foi de US$ 816,654 milhões. No mercado futuro, o dólar para junho ganhava 0,61% por volta das 17h15, a R$ 3,2155. O volume de negócios somava US$ 9,84 bilhões.
Bolsa registra o volume mais baixo do mês
A Bovespa iniciou a semana com um pregão guiado basicamente pelas oscilações das commodities e pelo noticiário corporativo doméstico. Dados fracos da economia chinesa geraram uma nova rodada de quedas das commodities metálicas e contribuíram também para a volatilidade do petróleo. Nesse cenário, o Índice Bovespa terminou o dia em baixa de 0,28%, aos 65.526,04 pontos. O volume de negócios somou R$ 5,9 bilhões, o mais baixo em um mês. O Ibovespa chegou a subir até 0,46% pela manhã, mas sucumbiu diante do cenário externo mais adverso. Dados da balança comercial chinesa bem abaixo do esperado favoreceram uma queda de 2,56% do minério de ferro no mercado à vista local.





