Ibovespa fecha no maior patamar em dois meses
O cenário internacional mais favorável e um aumento na confiança do investidor na aprovação das reformas garantiram um dia de alta firme no mercado de ações, levando o Índice Bovespa ao seu maior patamar em dois meses. Em alta pelo segundo pregão consecutivo, o Ibovespa fechou aos 66.721,74 pontos, com avanço de 2,02%. A alta foi liderada pelas ações do setor financeiro, bloco de maior peso na carteira teórica do Ibovespa. Itaú Unibanco PN subiu 2,04%, na véspera da divulgação do primeiro resultado trimestral de 2017. Bradesco PN ganhou 2,70% e Banco do Brasil ON, papel que também reflete percepção política, avançou 3,17%. Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, a maior alta ficou com JBS ON, com ganho de 7,91%.

Dólar cai e fecha a R$ 3,1552; giro da B3 foi de R$ 839,3 mi
O dólar caiu firme ante o real nesta terça, volta do feriado prolongado de Dia do Trabalho. À vista no balcão terminou em queda de 0,74%, a R$ 3,1552, após oscilar entre a mínima de R$ 3,1466 (-1,00%) e a máxima de R$ 3,1952 (+0,52%). O giro registrado na clearing de câmbio da B3 foi de US$ 839,313 milhões. No mercado futuro, o dólar para junho recuava 0,69% por volta das 17h15, a R$ 3,1785. O volume de negócios somava US$ 14,100 bilhões. No exterior, o dólar tinha um desempenho misto ante outras moedas emergentes e de países exportadores de commodities, com queda de 0,72% em relação à lira turca, mas avanço de 0,21% na comparação com o rublo russo.

Mercado é influenciado por boas notícias na macroeconomia
Entre os indicadores econômicos, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 6,969 bilhões em abril, que marcou o melhor resultado para o mês na série histórica, iniciada em 1989. O resultado levou o saldo positivo no ano para US$ 21,387 bilhões. O secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Abrão Neto, avalia que o saldo positivo em 2017 deve superar os US$ 55 bilhões, batendo o recorde anterior, de US$ 47,692 bilhões, registrado no ano passado. Já a pesquisa Focus trouxe que a projeção para o câmbio no final deste ano permaneceu inalterada em R$ 3,23, enquanto para 2018 continuou estacionada em R$ 3,38.

Contrato de DI para janeiro fecha em baixa a 9,440%
Os juros futuros fecharam em baixa e com as algumas das principais taxas nas mínimas da sessão, que teve volume menor de contratos negociados. Ao final da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 (166.190 contratos) fechou em 9,440%, de 9,480%. O DI para janeiro de 2019 (180.190 contratos) caiu de 9,35% para 9,31%. O DI janeiro de 2021 (128.745 contratos) encerrou na mínima de 9,92%, de 10,00% no último ajuste.

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