Mercado financeiro
Subiu
Petrobras
Desceu
Vale
Atentado na Rússia gera cautela sobre emergentes
O cenário externo nesta segunda-feira, 3, indicava cautela, especialmente em função do provável atentado terrorista na Rússia, o que favoreceu o dólar ante moedas emergentes. Na comparação com a moeda brasileira, no entanto, outras questões acabaram influenciado e o dólar fechou em queda. A principal justificativa é a expectativa de entrada de recursos no País. O saldo recorde da balança comercial brasileira também ajudou nesse movimento. O dólar à vista no balcão terminou com queda de 0,45%, a R$ 3,1150. O giro registrado na clearing foi de US$ 1,530 bilhão. No mercado futuro, o dólar para maio recuava 0,25% por volta das 17h15, a R$ 3,1335. O volume financeiro somava US$ 13,256 bilhões.
Bovespa tem alta tímida com Petrobras e financeiras
O Índice Bovespa teve um pregão positivo, mas com fôlego insuficiente para ingressar mais firmemente em um movimento de alta. Ao final do dia, terminou em 65.211,47 pontos, com alta de 0,35%. Os negócios na bolsa totalizaram R$ 6,4 bilhões, valor inferior à média diária de março, de R$ 8,2 bilhões. A tímida alta do dia foi garantida pelo bom desempenho das ações do setor financeiro, que avançaram pela recuperação de baixas recentes. Itaú Unibanco, ação de maior peso na carteira do Ibovespa, subiu 1,66%. Os papéis da Petrobras se descolaram das baixas dos preços do petróleo no mercado internacional e também avançaram. Petrobras ON subiu 1,12% e Petrobras PN ganhou 1,24%
Ações da Vale caem em sintonia com commodities
As ações da Vale caíram durante todo o dia, em sintonia com a queda dos preços do minério de ferro no mercado chinês, que também influenciou outras mineradoras pelo mundo, como a BHP e a Rio Tinto. Vale ON e PNA terminaram o dia com perdas de 0,94% e 0,82%, respectivamente. O Ibovespa chegou a cair pontualmente no final da manhã (até -0,32%), influenciado pelo desempenho negativo das bolsas em Nova York e na Europa, que repercutiam o atentado terrorista em São Petersburgo, na Rússia, que deixou 11 mortos e dezenas de feridos. Ainda, as atenções nesta semana estão concentradas em indicadores diretos ou indiretos da política monetária norte-americana.
Taxas de juros segue dólar e tem leve baixa
Os juros futuros encerraram a primeira sessão de abril em baixa moderada no segmento BM&F, mas com os contratos de longo prazo nas mínimas do dia. Nem a agenda nem o noticiário foram capazes de influenciar os negócios de forma direta e o desempenho das taxas futuras foi atribuído ao dólar. Ao término da sessão regular, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 (132.815 contratos) fechou em 9,825% (mínima), de 9,870% no último ajuste. O DI para janeiro de 2019 (137.200 contratos) terminou em 9,48%, de 9,50% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2021 (77.160 contratos) terminou na mínima de 9,83%, de 9,88% no ajuste anterior.





