Dólar
sobe

Bovespa
desce

Moeda norte-americana fecha com alta de 0,93% a R$ 3,1467
A combinação de dados melhores do que o esperado nos EUA e de cautela interna levou o dólar a subir ante o real. Além disso, o câmbio também já é influenciado pela definição da Ptax de fim de mês e pela retirada bilionária que o Banco Central promoverá amanhã, ao deixar vencer parte dos contratos de swap cambial. O dólar à vista no balcão terminou com alta de 0,93%, a R$ 3,1467. O giro registrado na clearing de câmbio da B3 - resultado da fusão da BM&FBovespa com a Cetip - foi de US$ 3,830 bilhões, bem acima do normal. O dólar está preso entre R$ 3,05 e R$ 3,20 e não fecha fora desse intervalo desde 19 de janeiro.

Após sequência de altas, Bovespa encerra sessão com queda de 0,40%
Depois de seis pregões consecutivos operando no terreno positivo, o Índice Bovespa perdeu fôlego e encerrou em queda de 0,40%, aos 65.265,98 pontos. Operadores consideraram o desempenho como natural, após uma sequência de altas que acumulou ganhos de 4,05%. O volume financeiro totalizou R$ 6,5 bilhões. A queda de 0,4% do minério de ferro favoreceu baixas de 0,03% e de 0,80% das ações ordinárias e preferenciais da Vale. As ações do setor de siderurgia também recuaram. Já as altas dos preços do petróleo não garantiram ganho dos papéis da Petrobras. Ao final da sessão, Petrobras ON teve baixa de 0,40% e Petrobras PN ficou estável.

Mercado recebe bem notícias de cortes e de medidas de reoneração
O anúncio dos cortes do Orçamento e das medidas de reoneração de 50 setores da economia no geral foi bem recebido no mercado de ações, embora tenha impactado especialmente alguns setores. Enquanto ações de alimentos reagiram negativamente à reoneração, papéis do setor imobiliário tiveram efeitos positivos, pela manutenção dos benefícios. Cyrela ON terminou o dia em alta de 1,84%. As ações do setor financeiro também operaram em terreno negativo, com forte influência sobre o resultado do Ibovespa. Banco do Brasil ON caiu 0,67%, e Bradesco PN teve recuo de 0,64%.

Agenda doméstica com divulgação do RTI traz impacto aos juros futuros
Os juros futuros fecharam a sessão regular do segmento BM&F em alta nos vértices curtos, enquanto os longos ficaram estáveis ou com viés de queda, refletindo basicamente a agenda doméstica, que teve como destaque a divulgação do Relatório Trimestral de Inflação (RTI). A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para julho de 2017 passou de 10,98% para 10,99%. A taxa do DI janeiro de 2018 fechou em 9,880%, de 9,825%. O DI janeiro de 2019 encerrou com taxa de 9,50%, de 9,43%. A taxa do DI janeiro de 2021 fechou estável em 9,88%. O DI janeiro de 2023 caiu de 10,13% para 10,11%.

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