Mercado financeiro
BB ON
sobe
Santander Unit
desce
Moeda norte-americana termina cotada a R$ 3,08
O dólar avançou ao nível de R$ 3,08 no mercado à vista, invertendo o sinal negativo da manhã. O movimento esteve alinhado ao enfraquecimento de algumas moedas de economias emergentes, mas foi direcionado, principalmente, por investidores que aproveitaram as cotações ainda baixas para recompor suas carteiras, de acordo com especialistas ouvidos pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. O dólar à vista fechou em alta de 0,72%, aos R$ 3,0824. O valor ficou mais próximo da máxima, de R$ 3,0864 (+0,85%), que da mínima, cotada a R$ 3,0416 (-0,64%).
Ibovespa perde fôlego e fecha em baixa de 0,24%
O mercado de ações manteve a percepção positiva com o cenário doméstico, mas acabou por ceder a um movimento de correções. Embora tenha chegado a superar o patamar dos 68 mil pontos, o Índice Bovespa perdeu fôlego e terminou o dia em baixa de 0,24%, aos 67.814,24 pontos. Os negócios somaram R$ 9,4 bilhões. A queda coincidiu com um movimento negativo das bolsas de Nova York, que há dias também surfam em uma onda de otimismo e ontem recuaram. Operadores citaram ainda um ajuste do mercado depois do exercício de opções sobre o Ibovespa, que ajudou a inflar a alta de 1,89% do índice anterior.
Na contramão do setor financeiro, BB ON sobe 3,23%
As ações dos bancos foram os principais alvos das ordens de venda, devolvendo parte dos ganhos recentes. Santander Unit teve queda de 2,27% e Itaú Unibanco, de 1,94%. A exceção ficou com os papéis do Banco do Brasil, que mais cedo divulgou resultado financeiro de 2016. Na contramão do setor financeiro, BB ON subiu 3,23%. Os papéis da Vale tiveram sua terceira queda consecutiva, ainda atribuída a uma realização de lucros. Os papéis caíram 0,15% (ON) e 0,19% (PNA) e contribuíram em menor parte para a baixa. O setor siderúrgico acompanhou a baixa da mineradora e teve entre os destaques CSN ON (-0,95%) e Usiminas PNA (-1,09%).
Juros futuros encerram sessão com taxas superiores
Os juros futuros consolidaram-se em alta ao longo da tarde de ontem e fecharam com taxas acima dos ajustes de quarta-feira. O movimento foi atribuído ao comportamento do câmbio, ao leilão de papéis prefixados do Tesouro e a uma pausa no apetite pelo risco visto no cenário externo nesta quinta, fatores que estimularam um ajuste de posições por parte de alguns investidores. Ao final da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2018 tinha taxa de 10,635%, de 10,615%. O DI janeiro de 2019 fechou com taxa de 10,16%, de 10,06%. A taxa do DI janeiro de 2021 subiu de 10,24% para 10,34%.





