Petrobras
sobe

Vale
desce

Moeda norte-americana cai ao nível de R$ 3,06
O dólar terminou a sessão cotado aos R$ 3,06 no mercado à vista, em sua quarta sessão consecutiva de baixa. A percepção positiva sobre o ambiente doméstico, reforçada ontem pela desaceleração inflacionária e por algum apaziguamento na política, conduziu a queda da divisa norte-americana. A leitura dos participantes de câmbio é que a pressão de baixa acompanha ainda a entrada de recursos no País, com captações externas e ofertas iniciais de ações (IPO), assim como uma possível rodada adicional da Lei de Repatriação. No fechamento, o dólar negociado no balcão caiu 1,08%, cotado a R$ 3,0605, menor valor desde 18 de junho de 2015 (R$ 3,0599).

Bovespa fecha com maior alta desde 14 de março de 2012
O otimismo voltou a dar o tom dos negócios na Bovespa, que fechou com alta de 1,89%, aos 67.975,58 pontos, seu maior patamar desde 14 de março de 2012. Uma conjunção de fatores foi apontada para justificar as ordens de compra que sustentaram o Ibovespa desde a abertura dos negócios, chegando a superar pontualmente patamar dos 68 mil pontos. Do lado doméstico, contribuíram a inflação em desaceleração e a percepção de maior estabilidade do governo Michel Temer. No cenário internacional, o bom desempenho das bolsas na Europa e Estados Unidos alimentou o apetite a risco dos investidores estrangeiros.

Petrobras e bancos sobem com otimismo na Bovespa
"Notícias como a confirmação da nomeação de Moreira Franco e até a liberação de recursos do FGTS contribuíram para manter o bom humor do mercado, somando-se à expectativa de queda da inflação e avanço de reformas", disse Luiz Roberto Monteiro, operador da mesa institucional da Renascença Corretora. Ao final do dia, Vale ON e PNA recuaram 1,69% e 0,99%, respectivamente. Petrobras ON e PN subiram 0,30% e 0,13%. Santander Unit subiu 4,23% e Itaú Unibanco PN, 4,20%. Entre as ações do Ibovespa, a maior alta foi de Cemig PN, com 6,93%. Já a maior baixa foi de Lojas Americans PN, que perdeu 3,57%.

Juros futuros terminam em baixa com perspectiva de inflação
Em sessão carregada de indicadores e eventos aqui e no exterior, os juros futuros encerraram o dia em baixa. Ao final da jornada regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 terminou com taxa de 10,615%, de 10,650%. A taxa do DI janeiro de 2019 caiu de 10,10% para 10,06% e a do DI janeiro de 2021, de 10,25% para 10,24%. Entre os fatores que contribuíram para o alívio na curva, está a melhora de inflação e a perspectiva de queda da Selic reforçada pelo Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) de fevereiro (0,14%) abaixo da mediana das estimativas (0,25%) e pelo recuo expressivo do dólar ante o real.

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