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Vale puxa índice com alta de preços de minérios na China
A Bovespa iniciou a semana com a quinta alta consecutiva, com forte influência das ações da mineradora Vale. O Índice Bovespa chegou a superar o nível dos 67 mil pontos nesta segunda-feira, 13, mas fechou pouco abaixo dele, aos 66.967,64 pontos (+1,28%). É a maior pontuação desde 20 de março de 2012 (67.295 pontos). A expressiva valorização dos preços do minério de ferro e outras commodities metálicas, como o cobre, gerou uma onda de ordens de compra de ações de mineradoras. Vale ON terminou com alta de de 9,18%, seguida pelo Bradespar PN (acionista da Vale), com 7,66%, e Vale PNA, com 6,79%. No setor siderúrgico, os destaques foram Gerdau PN (3,18%), CSN ON (2,36%) e Usiminas PNA (1,30%).
Petrobras tem alta apesar de queda na cotação do petróleo
As ações da Petrobras também atraíram atenções durante o pregão de ontem da Bovespa. Os papéis minimizaram a queda dos preços do petróleo tiveram ganhos de 1,28% (ON) e 0,26% (PN), em resposta à elevação de recomendação promovida pelo JPMorgan. Na sexta-feira, os papéis já haviam sido beneficiados em parte pelo upgrade promovido pela agência de classificação de risco Standard & Poor's. Porém, o destaque foi mesmo da Vale. "É importante lembrar também que a Vale vive um momento favorável, em que o mercado tem expectativa positiva com o resultado do quarto trimestre e com a possibilidade de um acordo de acionistas", disse Roberto Indech, analista da Rico Corretora.
Dólar varia pouco para baixo à espera de sinais nos EUA
O dólar fechou em viés de queda. No mercado à vista, a divisa norte-americana recuou 0,02%, cotado aos R$ 3,1106, não muito distante da mínima de R$ 3,1091 (-0,07%). Na outra ponta, a máxima foi registrada em R$ 3,1235 (+0,40%) durante o período matutino. O volume de negócios somou US$ 706,737 milhões. Já o dólar futuro para março encerrou em queda de 0,02%, aos R$ 3,1235, com mínima em R$ 3,1190 (-0,16%) e máxima em R$ 3,1350 (+0,35%). O ativo movimentou US$ 9,092 bilhões. Contribuiu o recuo dos preços de petróleo. Em paralelo, seguiu o compasso de espera por novas informações do presidente Donald Trump a respeito de reforma tributária e estímulo fiscal.
Taxas de juros fica perto da estabilidade em dia fraco
Os juros futuros seguiram perto da estabilidade até o fechamento da sessão regular, que ao longo do dia teve pouco volume de contratos negociados. A agenda foi fraca de eventos e indicadores e, mesmo a Pesquisa Focus, do Banco Central com estimativas de inflação abaixo da meta central de 4,5%, a movimentação foi discreta nesta segunda-feira. Ao final da sessão regular, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 encerrou estável ante o ajuste de sexta-feira, em 10,665%. A taxa do DI janeiro de 2019 encerrou em 10,10%, ante 10,09% no último ajuste. A taxa do DI janeiro de 2021 passou de 10,26% para 10,24%.





