Mercado financeiro
Vale
sobe
Petrobras
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Negócios na bolsa totalizaram R$ 6,9 bilhões
Após um pregão de instabilidade, a Bovespa definiu tendência na última hora de negociação e fechou com ganho de 0,20%, aos 64.964,88 pontos. Foi a terceira alta consecutiva da bolsa brasileira, onde os negócios totalizaram R$ 6,9 bilhões. Os Investidores dividiram as atenções entre balanços corporativos, cenário internacional mais favorável e um ambiente político doméstico adverso. Profissionais da renda variável admitem a instalação de um ambiente de indefinição no curto prazo, que inibe a tomada de posições dos investidores. Com o resultado, o Ibovespa passa a contabilizar alta de 0,46% em fevereiro, levando o acumulado do ano a um ganho de 7,87%.
Petrobras e Banco do Brasil fecham em queda com risco político
O aumento da percepção de risco político pode ser visto mais claramente nas ações de empresas de controle estatal. Foi o caso dos papéis da Petrobras, que fecharam em queda de 0,87% (ON) e de 0,33% (PN). No mesmo sentido, os papéis do Banco do Brasil caíram 0,33%. O bom desempenho das bolsas internacionais e a perspectiva positiva quanto ao afrouxamento monetário no Brasil continuaram a incentivar ordens de compra no Brasil. A alta de 0,5% do minério de ferro impulsionou as ações da Vale, que ganharam 1,60% (ON) e 0,34% (PNA). Itaú Unibanco PN subiu 0,45%, devido a resultados positivos no balanço divulgado terça.
Dólar termina sessão com ganhos de 0,28%, aos R$ 3,1269
O dólar fechou em leve alta ante o real. No término da sessão, registrou ganho de 0,28%, aos R$ 3,1269, tendo percorrido intervalo de R$ 3,1139 (-0,14%) na mínima e R$ 3,1334 (+0,48%) na máxima. Após manhã de instabilidade, o avanço da divisa foi consolidado pela iniciativa do presidente Donald Trump de reduzir a regulamentação no setor aéreo dos Estados Unidos. O volume de negócios somou US$ 1,235 bilhão, de acordo com dados registrados na BM&FBovespa. O dólar futuro para março fechou aos R$ 3,1450, com alta de 0,38%. A máxima foi marcada em R$ 3,1475 (+0,46%) e a mínima em R$ 3,1275 (-0,18%). O giro somou US$ 11,029 bilhões.
Dólar e Treasuries seguram movimento de juros futuros
Os juros futuros fecharam a sessão perto dos ajustes anteriores, com viés de baixa nos vencimentos de curtíssimo prazo. As taxas chegaram a ensaiar um alívio ao término do leilão de títulos prefixados do Tesouro, mas o movimento não evoluiu, dado o aumento da pressão de alta no dólar e no rendimento dos Treasuries. Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para abril de 2017 encerrou com taxa de 12,319%, de 12,338%, e a taxa do DI janeiro de 2018 caiu de 10,730% para 10,715%. O DI com vencimento em janeiro de 2019 tinha taxa de 10,14%, estável. O DI janeiro de 2021 também fechou estável, em 10,31%.





