Mercado financeiro
Multiplan ON
sobe
Cemig ON
desce
Bolsa tem queda 1,48% com Índice aos 63.992,93 pontos
O cenário internacional negativo, com queda de commodities e das bolsas da Europa e Estados Unidos, pesou ontem sobre a Bovespa, que fechou em queda de 1,48%, com o Índice Bovespa aos 63.992,93 pontos. Lá fora, a tensão com o viés protecionista da gestão de Donald Trump se somou à apreensão com a Europa. Com isso, houve quedas generalizadas nas bolsas da Europa e dos Estados Unidos, que refletiram nos negócios no Brasil. Por outro lado, o cenário doméstico foi apontado como fator essencialmente positivo, principalmente depois que o governo Michel Temer viu eleitos dois importantes aliados nas presidências da Câmara e do Senado.
Mercado internacional de commodities afeta papeis
Nesse cenário de correções, o desempenho das commodities no mercado internacional teve papel fundamental. As ações da Vale chegaram a esboçar uma alta pela manhã, acompanhando suas pares no exterior, mas acabaram por sucumbir às quedas. Já as ações da Petrobras terminaram o dia em baixa de 2,26% (ON) e de 2,48% (PN), acompanhando as fortes perdas do barril do petróleo nas bolsas de Nova York e Londres. Entre as ações que compõem a carteira teórica do Ibovespa, as maiores quedas foram de Cemig ON (-4,85%) e Localiza ON (-3,95%). As altas mais significativas ficaram com Multiplan ON (+1,97%) e Rumo Logística ON (+1,94%).
Dólar recua 0,01% e fecha a R$ 3,12
O dólar fechou próximo da estabilidade depois de recuar ao nível de R$ 3,10 no início do dia. A reversão gradual da baixa foi atribuída por especialistas à espera por novos sinais do Banco Central sobre sua estratégia para os contratos de swap cambial que estão próximos do vencimento. Houve ainda alguma pressão de alta vinda do exterior, diante da cautela alimentada por propostas protecionistas na Europa e nos Estados Unidos. No mercado à vista, o dólar terminou em queda de apenas 0,01%, aos R$ 3,1242, próximo da máxima no dia, de 3,1271 (+0,08%). No outro extremo, a mínima foi registrada aos R$ 3,1078 (-0,54%).
Juros futuros terminam sessão com taxas estáveis
Os principais contratos de juros futuros terminaram a sessão com taxas estáveis, sendo que os vencimentos longos tinham viés de baixa. A liquidez foi bastante reduzida diante da agenda fraca de indicadores e eventos e do noticiário sem destaques. O dólar em queda na maior parte do dia e o recuo no rendimento dos Treasuries ajudaram na baixa dos juros longos. No fechamento da sessão regular, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 estava em 10,820%, a mesma do ajuste anterior. O DI janeiro de 2019 fechou com taxa de 10,23%, de 10,24%, e a taxa do DI janeiro de 2021 caiu de 10,45% para 10,47%.





