Bovespa
sobe

Dólar
desce

Divisa norte-americana encerra com perdas de 0,22%
O dólar fechou ontem em leve queda, acompanhando a movimentação no exterior. No início da tarde, houve um repique de alta ante o real decorrente de sinais de fortalecimento da economia norte-americana, com base em indicadores do mercado de trabalho e do setor industrial dos Estados Unidos. Esse movimento perdeu força enquanto os investidores aguardavam a decisão de política monetária do Federal Reserve em meio à expectativa, confirmada em seguida, de que o comunicado traria poucos argumentos para um ciclo de aperto mais duro. No mercado à vista, o dólar terminou em baixa de 0,22%, aos R$ 3,1433.

Apetite de investidores estrangeiros garante alta da Bovespa
A Bovespa teve ontem o seu segundo dia consecutivo de ganhos, ao contabilizar alta de 0,26%, aos 64.836,12 pontos. A valorização foi mais uma vez amparada pelos investidores estrangeiros, que continuaram a mostrar apetite pelas ações de empresas brasileiras. O volume de negócios somou R$ 7,88 bilhões, superior à média diária de janeiro, de R$ 6,78 bilhões. Na máxima do dia, ainda pela manhã, o Ibovespa chegou a subir 1,43% (65.594 pontos). No acumulado do mês até o dia 30, a bolsa contabiliza entrada de R$ 6,172 bilhões em recursos externos.

Cadeia do aço e bancos foram destaques da sessão
"A tendência primária da Bovespa ainda é de alta, a contar pela alta liquidez internacional e pela percepção do investidor estrangeiro de que o governo está tentando colocar o Brasil na direção correta", disse Alvaro Bandeira, economista-chefe da Modalmais. Na análise por ações, as da cadeia do aço voltaram a se destacar, mesmo com o mercado de minério de ferro fechado. Vale ON e PNA tiveram altas de 2,21% e de 2,75%. O setor financeiro também teve um dia positivo, com exceção dos papéis do Bradesco, que recuaram na véspera da divulgação do balanço trimestral. Itaú Unibanco PN caiu 1,05%, enquanto Bradesco PN recuou 0,83%.

Contratos de DI fecham com viés de baixa mais uma vez
As taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) encerraram a sessão regular de ontem com viés de baixa, assim como na véspera. Mesmo os vencimentos intermediários e longos, que chegaram a subir no fim da manhã depois da divulgação de dados fortes sobre o mercado de trabalho americano, fecharam com juros mais baixos do que os observados nos ajustes da véspera. No fim da sessão regular, o DI para janeiro de 2018 marcou 10,895% ante 10,91% no ajuste de terça. O DI para janeiro de 2019 estava em 10,35% ante 10,37% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 fechou a 10,67%% ante 10,68% no ajuste de terça.

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