Mercado financeiro
BR Malls ON
sobe
Fibria ON
desce
Divisa norte-americana fecha com alta de 0,77%
O dólar fechou em alta após o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, sinalizar que pode reduzir o seu estoque de swap cambial já a partir de março. O dirigente lembrou que o montante total de swaps cambiais do BC foi reduzido de US$ 108 bilhões para US$ 26 bilhões, o que traz mais conforto para sua atuação. Mas isso não significa que o BC não possa "voltar a diminuir o tamanho do estoque de swaps cambiais no futuro, inclusive no próximo vencimento, quando vencerão quase US$ 7 bilhões de swaps". Na máxima, o dólar à vista marcou R$ 3,1569 (+0,99%) antes de fechar aos R$ 3,1501, em alta de 0,77%.
Ibovespa tem valorização de 0,57%
A Bovespa encontrou espaço para a recuperação de parte das perdas da véspera, na contramão das perdas dos índices acionários dos Estados Unidos e Europa, que operaram às voltas com incertezas quanto ao governo Donald Trump. Depois da queda de 2,62% da véspera, o Índice Bovespa teve valorização de 0,57%, aos 64.670,78 pontos. No acumulado de janeiro, teve ganho de 7,38% em reais e de 10,85% em dólares. "A bolsa operou hoje (ontem) na contramão dos demais mercados, mas foi uma alta pouco convincente, até porque o volume negociado não foi muito forte (R$ 6,4 bilhões)", disse Ignácio Crespo, economista da Guide Investimentos.
"Blue chips" e setor imobiliário garantem alta da Bovespa
A alta na Bovespa foi garantida por algumas das "blue chips" do mercado e por papéis do setor imobiliário. Apoiada no aumento das cotações do petróleo, as ações da Petrobras avançaram 0,31% (ON) e 1,21% (PN). As da Vale continuaram a operar sem a referência dos preços do minério de ferro no mercado da China, que segue fechado com o feriado de ano-novo. Assim, Vale PNA teve ganho de 0,36%, enquanto Vale ON recuou 0,22%. A maior valorização do dia ficou com BR Malls ON, que avançou 7,71% influenciada por dados positivos do setor de shopping centers. Já Fibria ON liderou as perdas, com -7,06%, após ter divulgado balanço do quarto trimestre de 2016.
Juros futuros encerram sessão com viés de baixa
Os juros futuros devolveram a leve alta de segunda-feira e encerraram a sessão regular de ontem com viés de baixa. O desempenho é resultado do embate, ao longo de toda sessão, entre fatores para a queda e outros para a alta das taxas futuras. Um desses elementos que pesou na balança para o avanço das taxas foi o dólar que, depois de a Ptax de janeiro ter fechado, engatou uma valorização até marcar a máxima do dia (R$ 3,1569 no balcão). No fim da sessão regular, o DI para janeiro de 2018 fechou a 10,91% ante 10,94%. O DI para janeiro de 2019 marcou 10,37% ante 10,42%. O DI para janeiro de 2021 encerrou a 10,68% ante 10,70%.





