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Setores financeiro e da cadeia do aço garantiram alta da bolsa
A Bovespa teve ontem um pregão de ganhos significativos, comandados por ações dos setores financeiro e da cadeia do aço. O avanço do minério de ferro garantiu mais uma rodada de altas das ações de Vale e siderúrgicas. Já a perspectiva de queda de juros, recuperação da economia nacional e redução da inadimplência alavancou os papéis do setor financeiro. Com forte participação de investidores estrangeiros, a Bovespa minimizou as quedas em Wall Street e fechou com elevação de 1,90%, aos 65.748,62 pontos, maior nível desde 27 de março de 2012 (66.037 pontos).
Usiminas PNA fecha com maior alta do Ibovespa
As ações da Vale fecharam com altas de 3,77% (ON) e 4,83% (PNA). As siderúrgicas seguiram o desempenho da Vale e tiveram Usiminas PNA (+8,30%, maior alta do Ibovespa) e Gerdau Metalúrgica PN (+4,54%) como destaques. Os papéis dos bancos também tiveram papel fundamental na alta do índice. Segundo analistas, os papéis do setor financeiro surfam na onda de otimismo da bolsa e estariam refletindo perspectivas de efeitos positivos na economia, como resultado do aumento do ritmo de corte de juros. Os destaques do dia ficaram com Banco do Brasil ON (+4,53%), Itaú Unibanco PN (+3,36%) e Bradesco ON (+2,76%).
Dólar encerra sessão aos R$ 3,1663 com queda de 0,41%
O dólar fechou em queda pela terceira sessão consecutiva, mas bem afastado das mínimas registradas pela manhã. Durante a tarde, aumentaram as preocupações no mercado sobre o novo governo dos Estados Unidos, após a decisão do presidente Donald Trump de retirar o país da Parceria Transpacífica (TPP), um acordo comercial entre 12 nações negociado por Barack Obama. Na máxima, o dólar à vista subiu aos R$ 3,1827 (+0,11%), antes de retomar a baixa e terminar em queda de 0,41%, aos R$ 3,1663. Este é o menor valor de fechamento desde 27 de outubro, quando marcou R$ 3,1564.
Taxas de contratos de DI têm virada após decisão de Trump
No turno da tarde, a maior parte das taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) inverteu o movimento de queda observado na parte da manhã e passou a subir. A virada aconteceu depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado a remoção da maior economia da TPP. No fim da sessão regular, o DI para janeiro de 2018 fechou a 10,94% ante 10,93%. Na mínima intraday, mais cedo, marcara 10,91% e, na máxima, 10,945%. O DI para janeiro de 2019 fechou a 10,43% ante 10,40%. Na mínima intraday, chegou a exibir 10,31% e, na máxima, 10,44%. E o DI para janeiro de 2021 fechou a 10,61% ante 10,62%.





