Mercado financeiro
Suzano PNA
sobe
Metalúrgica
Gerdau PN desce
Divisa norte-americana fecha com baixa de 0,54%
O dólar fechou ontem em queda frente ao real, destoando da valorização contra várias moedas no exterior na véspera da posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. De acordo com especialistas ouvidos pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, operações para o desmonte de posições compradas e a entrada de recursos pela via financeira intensificaram a baixa frente ao real. Mais cedo, o recuo também foi alimentado pela atuação do Banco Central com oferta de contratos de swap cambial. No mercado à vista, o dólar fechou em baixa de 0,54%, aos R$ 3,2065, com mínima em R$ 3,1943 (-0,92%).
Bovespa cai 0,31% influenciada por commodities e setor financeiro
A Bovespa passou por uma leve realização de lucros e fechou em baixa de 0,31%, aos 63.950,86 pontos, influenciado em grande medida por ações de commodities e do setor financeiro. A expectativa em torno da chegada de Donald Trump à Casa Branca foi fator de cautela durante todo o dia, favorecendo a retração dos investidores. Na última hora de negócios, foi motivo de tensão a notícia da queda de um avião de pequeno porte em Paraty, onde estava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki. O Índice Bovespa chegou a subir 0,48% pela manhã antes de ingressar em definitivo no terreno negativo.
Vale é destaque entre quedas com perdas de 1,99% (ON) e 2,55% (PN)
As ações da Vale foram destaque de queda durante todo o dia, refletindo fatores como a baixa dos preços do minério de ferro e a negativa da empresa sobre a intenção de promover a unificação de suas ações. Ao final do dia, Vale ON e PNA tiveram perdas de 1,99% e 2,55%. Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as maiores quedas foram de Metalúrgica Gerdau PN (-4,52%), Gerdau PN (-4,04%) e Bradespar PN (-3,55%). Já as maiores altas foram de Suzano PNA (+5,39%), Fibria ON (+4,37%) e Klabin Unit (+2,31%). Com o resultado de ontem, o Ibovespa passa a contabilizar alta de 6,18% em janeiro e de 68% em 12 meses.
Juros futuros têm redução reagindo a notícias locais
Os juros futuros encerraram em queda a sessão regular desta quinta-feira (19), dia em que os ativos domésticos reagiram a notícias locais. Uma delas foi o resultado do IPCA-15 em janeiro perto do piso do intervalo das projeções do mercado, que reforçou a percepção de cenário desinflacionário no País. A inflação medida pelo IPCA-15 ficou em 0,31% neste mês, após subir 0,19% em dezembro. No fim da sessão regular, o DI para janeiro de 2018 marcou 10,975% ante 11,035% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2019 fechou a 10,45% ante 10,53%. E o DI para janeiro de 2021 indicou 10,70% ante 10,80% no ajuste da véspera.





