Bovespa
sobe

Dólar
desce

Divisa norte-americana encerra com perdas de 0,03%
O dólar afastou-se das mínimas e encerrou ontem em leve queda frente ao real, em meio à cautela que precede a agenda carregada de hoje. Entre os principais eventos do dia, estão previstos a decisão de juros do Banco Central e a primeira entrevista coletiva do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante grande parte do dia, entretanto, prevaleceu nas cotações domésticas a expectativa de entrada de recursos no País, reforçada pela recente captação externa da Petrobras. O dólar à vista encerrou em queda de 0,03%, aos R$ 3,1974, próximo da máxima do dia, de R$ 3,2006 (+0,07%).

Commodities fazem Bovespa fechar no positivo
As ações do segmento de commodities voltaram a determinar a direção da Bovespa, que teve um novo pregão de ganhos. A expressiva alta das ações da Vale foi determinante para o avanço de 0,70% do Índice Bovespa, que fechou aos 62.131,80 pontos. A expectativa por um corte mais agressivo da taxa Selic favoreceu um clima mais otimista, enquanto a espera pela primeira entrevista coletiva de Donald Trump incentivou a cautela do investidor. Apesar da expectativa de um afrouxamento monetário que favoreça a recuperação da economia brasileira, para analista, a bolsa tem sido movida essencialmente pelo mercado de commodities.

Vale e Petrobras terminam sessão com ganhos
Por trás do movimento dos preços das matérias-primas estão sinais e apostas no aquecimento de outras economias. Com isso, o minério de ferro teve uma valorização de 3,2% no mercado local. Vale ON e PNA subiram forte durante todo o dia e fecharam com altas de 7,70% e 6,30%, respectivamente. As ações da Petrobras contribuíram para alta do pregão de ontem. Os papéis terminaram o dia no azul com ganhos de 1,67% (ON) e de 0,98% (PN). As altas foram atribuídas à repercussão positiva da emissão externa concluída no dia anterior pela estatal petrolífera. A empresa captou US$ 4 bilhões.

Juros caem em véspera de anúncio da Selic
Os juros futuros encerraram a sessão regular em queda, nas mínimas do dia. Segundo profissionais de renda fixa, o recuo se deve a uma recalibragem das carteiras na véspera do anúncio de uma provável decisão de corte da Selic. Os integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom) iniciaram sua reunião ontem e hoje divulgarão a nova taxa básica de juros. Assim, o DI para janeiro de 2018 fechou na mínima aos 11,330%, ante 11,365%. O DI para janeiro de 2019 também encerrou a sessão regular na mínima, aos 10,82%, ante 10,90%. E o DI para janeiro de 2021 fechou em queda aos 11,10%, também mínima, ante 11,19%.

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