Economia Atualizado em 04/01/2017, 00:01
Mercado financeiro
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 04 de janeiro de 2017
Agência Estado 
Subiu - Bovespa
Desceu - Dólar
Gringos mostraram apetite por ações
O investidor estrangeiro voltou do feriado e do ano-novo e teve ontem forte participação na Bovespa, embalado por indicadores econômicos positivos ao redor do mundo. Os "gringos" mostraram forte apetite por ações ligadas a commodities e bancos e o Índice Bovespa terminou o dia com ganho de 3,73%, aos 61.813,82 pontos, praticamente na máxima do dia. O volume de negócios somou R$ 7,45 bilhões. As atenções se concentraram principalmente nos dados dos PMIs (índices de gerentes de compras) da China, Reino Unido e Estados Unidos. Também chamou a atenção o índice de atividade industrial medido pelo Instituto para a Gestão da Oferta (ISM).
Papeis da Petrobras fecham com ganhos de 6,35%
O símbolo da atratividade da bolsa brasileira foram as ações da Petrobras, que sustentaram forte alta mesmo depois que os preços do petróleo abandonaram os ganhos e passaram a cair. Os papéis da estatal petrolífera brasileira fecharam com ganhos de 6,35% (ON) e 5,73% (PN), respectivamente. As ações da Vale e de siderúrgicas seguiram a mesma tendência de apreciação. Vale ON subiu 4,43% e Vale PNA avançou 5,51%. Outro grupo que simbolizou a maior participação do investidor estrangeiro na bolsa bras
Com acomodação, dólar teve queda de 0,60%
O dólar fechou em baixa frente ao real, alinhado à busca por ativos ligados a commodities. No mercado à vista, a divisa norte-americana encerrou em queda de 0,60%, aos R$ 3,2615, mostrando alguma acomodação frente à mínima de R$ 3,2475 (-1,03%). Profissionais consultados pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, ressaltaram que China, Reino Unido e Estados Unidos deram indícios de expansão econômica mais robusta, principalmente, no setor industrial, o que pode beneficiar a comercialização de commodities e seus países produtores, como o Brasil.
Juros encerram sessão perto da estabilidade
Os juros futuros encerraram a segunda sessão regular do ano de 2017 perto da estabilidade. Depois de passar a manhã em alta, as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) foram desacelerando até fecharem ao redor dos ajustes anteriores, sem uma trajetória única. O vencimento mais longo fechou pouco acima da taxa do ajuste anterior. O intermediário com viés de baixa. Nesse contexto, o DI para janeiro de 2018 fechou a 11,455% ante 11,450%. O DI para janeiro de 2019 fechou a 10,94%, na mínima, ante 10,97% no ajuste de segunda-feira. O DI para janeiro de 2021 fechou a 11,23% ante 11,21%.


