Ibovespa - sobe
Dólar - desce

Dólar tem terceira baixa consecutiva



Divisa norte-americana fecha a R$ 3,3296
O dólar seguiu em queda durante toda a tarde de ontem, em meio a poucos negócios, uma vez que houve concentração de operações no período da manhã. O recuo, pelo terceiro dia seguido, foi determinado, em parte, por novos ingressos de fluxo financeiro para pagamentos de ações adquiridas por estrangeiros na operação de re-IPO da Sanepar, cuja data de liquidação será amanhã, segundo identificou a Correparti. Pesaram também o Índice Nacional de Preços ao Consumidor - 15 (IPCA-15) mais baixo que o esperado e a queda externa do dólar, afirmaram profissionais do mercado. O dólar à vista fechou em queda de 0,50%, aos R$ 3,3296.

Juros encerram o dia em queda firme
Os juros futuros encerraram a sessão em queda firme ao longo de toda a curva, com o aumento das apostas de que a Selic poderá ser reduzida em 0,75 ponto porcentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de janeiro. A expectativa de corte de 0,50 ponto porcentual perdeu espaço após a divulgação do IPCA-15 de dezembro. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para fevereiro de 2017, o primeiro a vencer após a reunião do Copom de janeiro, fechou em 13,356%, de 13,385%. O DI janeiro de 2018 recuou de 11,68% para 11,60% e o DI janeiro de 2019, de 11,32% para 11,19%. O DI janeiro de 2021 encerrou na mínima de 11,48%, de 11,70%.

Ibovespa termina pregão com alta de 0,11%
Em mais um dia de giro fraco, a Bovespa oscilou entre pequenos ganhos e perdas. Apesar de ter permanecido a maior parte do tempo no território negativo, passou a operar em leve alta perto do fim da sessão. Nova York não serviu de guia, já que por lá os índices também rondaram a estabilidade, mas com a diferença de que estão nas suas máximas históricas. O destaque corporativo do dia foi a Braskem, que fechou um acordo global de leniência bilionário e mesmo assim acabou em alta. O Ibovespa terminou o pregão com alta de 0,11%, aos 57.646,52 pontos. O giro somou R$ 5,43 bilhões.

Petrobras, Vale e bancos têm perdas
Entre as blue chips, Petrobras (ON -0,54% e PN -0,07%) reduziu perdas após a companhia anunciar uma teleconferência para a noite de ontem, mas sem nenhum detalhe do que será divulgado. Vale (ON -0,38% e PN -0,73%) e bancos (Itaú PN -0,03% e Unibanco PN -0,84%) caíram. Em Nova York, por volta das 18 horas o Dow Jones caía 0,06%, o Nasdaq recuava 0,09% e o S&P 500 perdia 0,10%. Entre os destaques corporativos, a Braskem subiu 3,27%, mesmo após anunciar um acordo global de leniência de aproximadamente US$ 957 milhões, equivalentes a quase R$ 3,1 bilhões. Analistas apontam que a conclusão do acordo deve eliminar as incertezas sobre o futuro da Braskem.

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