Usiminas PNA - sobe
Petrobras ON - desce

Bovespa fecha alinhada aos mercados de ações no exterior



Bolsa encarra sessão com alta de 0,32%
A Bolsa consolidou-se em alta durante à tarde, mas os ganhos não foram suficientes para apagar a perda de 1,80% da sessão anterior nem para recolocar o Ibovespa nos 59 mil pontos. O índice fechou o dia com 58.396,16 pontos (+0,32%). No exterior, as bolsas registraram ganho firme em Nova York e na Europa, o que ajudou o mercado doméstico a assimilar melhor a mensagem do Federal Reserve do dia anterior. No Brasil, a despeito do preocupante cenário político, os investidores nutriram certa expectativa positiva com as medidas para reaquecer a economia que foram divulgadas faltando em torno de uma hora para o encerramento dos negócios.

Setor siderúrgico foi destaque entre altas
Entre os papéis, os destaques de alta desta quinta-feira foram as ações do setor siderúrgico, devolvendo a forte queda da sessão anterior. Usiminas PNA avançou 5,19% e CSN ON, +3,02%. Os preços do petróleo chegaram a inverter a queda inicial ajudando os papéis da Petrobras, mas as cotações voltavam a perder força no final do dia. Petrobras ON caiu 0,91% e a PN subiu 0,75%. No segmento financeiro, o desempenho foi misto, com alta de 3,84% de Banco do Brasil ON e de 0,33% de Bradesco PN. Mas Itaú Unibanco PN recuou 0,40%.

Câmbio local é influenciado por fatores técnicos e domésticos
O arrefecimento da alta do dólar lá fora no final da tarde abriu caminho para que o câmbio local fosse influenciado por fatores técnicos e domésticos. Na última etapa do dia, houve entrada de recursos no País e otimismo com o lançamento de medidas microeconômicas pelo governo. A moeda dos Estados Unidos negociada à vista no balcão fechou em alta de 0,23%, aos R$ 3,3701, mais próximo da mínima de R$ 3,3628 (+0,01%) que da máxima de R$ 3,4076 (+1,35%). O volume de negócios somou US$ 679,103 milhões. O giro de negócios totalizou US$ 16,358 bilhões.

Juros futuros enfraquecem na última hora
Uma correção no mercado de Treasuries impôs viés de baixa aos rendimentos desses títulos, o que tirou força dos juros futuros na última hora. Ainda assim, as taxas negociadas na BM&FBovespa encerraram entre a estabilidade e altas. Ao término da sessão regular dos juros, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2018 indicava 11,77%, ante 11,78%. O DI para janeiro de 2019 apontava 11,42%, de 11,41%. O contrato com vencimento em janeiro de 2021 tinha taxa de 11,92%, ante 11,84%. O juro da T-note de dez anos voltava a acelerar a 2,589% às 16h33, de 2,576%.

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