Mercado financeiro
Subiu
Vale
Desceu
Petrobras PN
Movimento de realização de lucros pauta fim do dia
A Bovespa terminou em alta nesta quarta-feira, 23, pelo quarto dia seguido. O leve sinal positivo foi definido nos ajustes finais da sessão, que foi pautada majoritariamente por um movimento de realização de lucros, a partir dos ganhos de 3,65% acumulados entre sexta-feira e terça-feira e em meio à a volatilidade dos preços do petróleo no exterior nesta véspera de feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. O Ibovespa terminou com ganho de 0,05%, aos 61.985,90 pontos. Na máxima, foi a 62.046 pontos (0,15%). Na mínima, atingiu 61.234 pontos, queda de 1,16%. O volume financeiro foi de R$ 7,067 bilhões. O índice acumula perda de 4,53% no mês e avanço de 42,99% no ano.
Petrobras alterna variações com mercado nebuloso
O petróleo alternou altas e baixas durante toda a sessão e as ações da Petrobras acompanharam. A PN recuou 0,50% e a ON subiu 0,62%. Enquanto aguardam um acordo sobre a produção na reunião da Opep, na semana que vem, que deve ter apoio do governo do Iraque, houve surpresas com o estoque de petróleo menor do que o esperado e maior de gasolina nos EUA. As ações da Vale, que vêm subindo entre 5% e 7% desde o começo da semana, renovaram o fôlego de alta, a partir do avanço de 1,5% dos preços do minério na China. Vale PNA subiu 1,29% Usiminas PNA, cresceu 7,60%. CSN ON avançou 6,67%. A maioria dos papéis do setor financeiro também tiveram um dia de alta.
Dólar avança menos do que esperado em relação ao real
O dólar avançou frente ao real, alinhando-se ao movimento no exterior, mas fechou distante das máximas do dia. A perspectiva de aperto monetário nos EUA, alimentada por nova rodada de indicadores positivos no país, impulsionou os juros dos Treasuries e o Dollar Index. O dólar à vista chegou próximo de R$ 3,42 no começo da tarde, mas desacelerou em linha com a acomodação lá fora, na véspera do feriado americano de Ação de Graças. No mercado à vista, fechou em alta pelo segundo dia consecutivo e avançou 0,97%, aos R$ 3,3882. O volume de negócios somou US$ 1,046 bilhão. No futuro, o contrato para dezembro encerrou com elevação de 0,89%, aos R$ 3,3960, com giro de US$ 16,176 bilhões.
Taxas de juros têm leve alta em sintonia aos Treasuries
A tensão no exterior, que havia colocado em alta os juros futuros na primeira parte da sessão, diminuiu ao longo da tarde. O movimento esteve sintonizado com a redução dos ganhos dos rendimentos dos Treasuries e do dólar. A inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15), abaixo das estimativas, contribuiu para a aposta em corte da Selic. O contrato de DI com vencimento em janeiro de 2017 indicava 13,645%, de 13,658%. O DI para janeiro de 2018 ficou em 12,14%, igual ao ajuste anterior, e o para janeiro de 2019, 11,68%, de 11,67%. Entre os vencimentos mais longos, o contrato para janeiro de 2021 indicava 11,83%, ante 11,82% no ajuste da véspera. (Agência Estado)





