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Aposta em Hillary faz dólar cair 1,04%
O dólar fechou em baixa pela quarta sessão consecutiva diante de novos sinais de que Hillary Clinton se tornará a próxima presidente dos Estados Unidos. Ontem, no mercado à vista, o dólar caiu 1,04%, aos R$ 3,1733, acumulando perda de 2,05% em quatro pregões. De acordo com dados registrados na clearing da BM&F Bovespa, o volume de negócios somou apenas US$ 694,142 milhões, denotando que muitos participantes preferiram se ausentar do mercado antes do resultado final da eleição dos Estados Unidos, que deve ser conhecido hoje.
Bovespa oscila conforme sinais de mercados internacionais
A Bovespa teve um pregão de volatilidade, tendo as atenções do mercado todas voltadas ao cenário eleitoral dos Estados Unidos. Os negócios na bolsa brasileira foram pautados principalmente pelos sinais emitidos pelos mercados internacionais, que reagiam conforme o noticiário em torno da disputa entre a democrata Hillary Clinton e o republicano Donald Trump. O Índice Bovespa oscilou num intervalo significativo, de 1.386 pontos, entre a mínima de 63.381 pontos (-1,05%) e a máxima de 64.767 pontos (+1,12%). No fechamento, o índice subiu 0,17%, aos 64.157,67 pontos.
Preço do petróleo puxa queda das ações da Petrobras
Para a perda de fôlego, na última hora de negócios, contribuiu em grande parte a volatilidade dos preços do petróleo, que acabaram por puxar a queda das ações da Petrobras ao final do dia, após um pregão marcado pela alternância de sinais. Ao final do pregão, Petrobras ON teve queda de 1,31%, enquanto Petrobras PN recuou 0,99%. O petróleo WTI para dezembro fechou em alta de 0,20%, enquanto o Brent para janeiro registrou baixa de 0,23%. Já as ações da Vale subiram 3,63% (ON) e 1,80% (PNA), apoiadas na alta de 1,5% do minério de ferro (pureza de 62%) no porto de Tianjin, na China.
Juros caem com melhora nas bolsas norte-americanas
Os juros futuros voltaram a encerrar em queda, consolidada no período da tarde, após uma manhã de volatilidade imposta pela cautela com a eleição presidencial nos Estados Unidos. Na etapa vespertina, as taxas acompanharam a melhora vista nas bolsas norte-americanas e no desempenho das moedas de economia emergentes, como o real e o peso mexicano. Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2018 encerrou com taxa de 12,10%, ante 12,16%. A taxa do DI janeiro de 2019 caiu de 11,44% para 11,41%. O DI janeiro de 2021 terminou com taxa de 11,21%, ante 11,27%.





