Banco do Brasil ON
sobe

Vale PNA
desce

Ações de bancos elevam bolsa
A Bovespa se apoiou principalmente em ações de bancos e retomou nesta quinta-feira a trajetória de alta, subindo 0,66%, aos 64.249,50 pontos. O ganho superou a perda de 0,44% acumulada nos três pregões anteriores, marcados por realizações de lucros localizadas e ações específicas. Resultados corporativos promissores e o cenário interno favorável foram determinantes para manter o apetite do investidor pela renda variável. Os negócios somaram R$ 8,08 bilhões. Banco do Brasil ON ficou à frente, com alta de 5,12%. Itaú Unibanco, que divulga resultado na próxima semana, subiu 2,14%.

Vale fecha em alta de 1,06%
Com o balanço mais aguardado da semana, as ações da Vale mostraram algum fôlego ontem. Os papéis já vinham num rali de ganhos nos últimos dias, antecipando um resultado trimestral positivo, confirmado ontem. A mineradora saiu de um prejuízo de US$ 2,1 bilhões no terceiro trimestre de 2015 para um lucro líquido de US$ 575 milhões no mesmo período de 2016. O Ebitda ajustado cresceu 61%, para US$ 3,023 bilhões. Apesar da antecipação do resultado, que ficou 33% abaixo do esperado pelo mercado, Vale ON fechou em alta de 1,06%. Vale PNA virou no final dos negócios, para uma baixa de 0,38%.

Dólar tem segundo avanço consecutivo
No mercado à vista, a divisa dos EUA fechou em alta de 0,42%, aos R$ 3,1564, acumulando ganho de 1,54% em duas sessões. De acordo com dados registrados na clearing da BM&F Bovespa, o volume de negócios somou US$ 1,530 bilhão. Já no segmento futuro, o contrato para novembro encerrou com elevação de 1,07%, aos R$ 3,1760, com giro de US$ 17,506 bilhões. Nas máximas, o dólar à vista chegou aos R$ 3,1608 (+0,56%) à tarde, e o futuro para novembro tocou R$ 3,1770 (+1,10%). Nas mínimas, o dólar à vista atingiu R$ 3,1283 (-0,48%) e o futuro para novembro tocou R$ 3,1305 (-0,38%).

Juros sobem alinhados com dólar e Treasuries
Os juros futuros de longo prazo encerraram a sessão em alta, alinhados com o avanço do dólar e com o comportamento do retorno dos Treasuries. As taxas de curto e médio prazos terminaram perto da estabilidade, uma vez que não houve alterações na percepção de novo corte de 0,25 ponto porcentual na Selic em novembro. Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 encerrou com taxa de 12,25%, de 12,27%. O DI janeiro de 2019 tinha taxa de 11,56%, de 11,55%. A taxa do DI janeiro de 2021 subiu de 11,27% para 11,34% e a do DI janeiro de 2023, de 11,31% para 11,39%.

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