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Divisa americana fecha em baixa aos R$ 3,10
O dólar recuou ontem ao menor nível em mais de um ano pelo segundo dia consecutivo. No mercado à vista, fechou em baixa de 0,28%, aos R$ 3,1086, ainda no menor nível desde 2 de julho de 2015, quando encerrou em R$ 3,0980. De acordo com dados registrados na clearing da BM&F Bovespa, o volume de negócios somou US$ 2,418 bilhões. No segmento futuro, o contrato de dólar com vencimento novembro recuou 0,30%, aos R$ 3,1205, com giro de US$ 17,390 bilhões. A entrada de recursos no País e a expectativa de que o fluxo se intensificará até a semana que vem ajudaram o mercado a superar.
Ações de bancos e Petrobras comandam baixa da Bovespa
A Bovespa teve ontem um pregão de baixa comandada por ações de bancos e da Petrobras, que operaram no vermelho, mas em boa parte compensada por papéis da cadeia do aço, que mostraram fôlego e avançaram. Ao final do pregão, o Índice Bovespa marcou 63.866,20 pontos, em baixa de 0,30%. O volume de negócios totalizou R$ 8,15 bilhões. Mesmo com a queda de ontem, o Ibovespa exibe ganho de 9,42% em outubro e de 47,33% em 2016, o que justifica ações pontuais de realização de lucros. Isso porque o fluxo de recursos externos se mantém positivo no mês, com investidores em busca de ações com potencial para subir mais.
Preços internacionais do petróleo corrigem ações da Petrobras
A queda dos preços do petróleo no mercado internacional favoreceu a correção das ações da Petrobras. Petrobras ON e PN fecharam em baixa de 2,12% e 1,10%, respectivamente. Os bancos acompanharam as quedas nas bolsas de Nova York, liderados por Banco do Brasil ON (-2,37%). Apesar da queda da bolsa, chamaram a atenção no pregão as ações da cadeia do aço. Os papéis tiveram altas expressivas baseados em notícias positivas, incluindo avanço do minério de ferro, demanda firme na China e reajuste de preços na cadeia. Vale ON fechou em alta de 5,17% e Vale PNA disparou 6,52%, figurando como a maior alta do Ibovespa. CSN ON subiu 2,59%.
Perspectiva de corte da Selic elevam juros futuros
Os juros futuros encerraram o dia em alta, em ajuste à ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que reforçou a ideia de que a Selic deve sofrer novo corte de 0,25 ponto porcentual em novembro, esfriando as apostas do mercado de aceleração do ritmo de queda para 0,50 ponto porcentual. No final da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) que vence em janeiro de 2017 fechou com taxa de 13,729%, ante 13,720% no ajuste de segunda-feira. O DI janeiro de 2018 encerrou com taxa de 12,24%, ante 12,16%. A taxa do DI janeiro de 2021 subiu de 11,10% para 11,18%.





