Ibovespa
sobe

Dólar desce

Índice Bovespa fecha com elevação de 1,67%
A forte alta dos preços do petróleo respondeu por grande parte da alta de 1,67% do Índice Bovespa. O dia foi marcado por discursos de dirigentes do Federal Reserve e do Banco Central Europeu, além da movimentação do governo brasileiro em torno de medidas de ajuste fiscal. Mas o que efetivamente orientou as bolsas foi a notícia de um acordo entre membros da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) para congelar a produção da commodity. A notícia fez disparar os preços do petróleo nas bolsas com efeito sobre as ações de empresas petroleiras. No fechamento, Petrobras ON subiu 4,64% e Petrobras PN avançou 5,56%.

Commodities são destaque entre altas
Com a melhora do humor dos investidores e o aumento do apetite por risco, a alta na Bovespa foi generalizada. Vale ON e PNA subiram 3,35% e 3,61%. CSN ON avançou 8,01% e Usiminas PNA 6,41%. Bancos voltaram a contabilizar ganhos, com Santander Unit à frente, avançando 3,15%. Braskem PNA disparou 10,29%, a maior alta do Ibovespa. A dois pregões do encerramento de setembro, o Ibovespa acumula alta de 2,51% no mês e de 36,93% em 2016. Até o último dia 26, os investidores estrangeiros haviam retirado R$ 1,932 bilhão da Bovespa. Em 2016, a bolsa tem superávit de R$ 13,076 bilhões em recursos externos.

Dólar cai após consenso sobre oferta de petróleo
O dólar encerrou o dia em queda frente ao real, após os maiores produtores de petróleo do mundo entrarem em consenso sobre a necessidade de agir para limitar a oferta da commodity. No segmento à vista, o dólar negociado no balcão fechou em baixa pelo segundo dia consecutivo e recuou 0,31%, aos R$ 3,2230. Com o menor valor de encerramento desde 21 de setembro (R$ 3,2072), a divisa norte-americana zerou os ganhos acumulados no mês e passou somar perda de 0,12% em setembro. De acordo com dados registrados na clearing da BM&F Bovespa, o volume de negociação atingiu US$ 1,327 bilhão.

Relatório Trimestral de Inflação ainda reflete sobre juros
O Relatório Trimestral de Inflação (RTI) seguiu repercutindo sobre as taxas de juros, que refletiram ainda a melhora da expectativa em relação ao ajuste fiscal e o ambiente externo mais propício à tomada de risco. Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2017 (177.735 contratos) caiu de 13,775% para 13,750%. O DI janeiro de 2018 (149.480 contratos) fechou em 12,16%, de 12,15%. O DI janeiro de 2019 (226.800 contratos) encerrou em 11,58%, de 11,56%. O DI janeiro de 2021, com 203.715 contratos, terminou em 11,53%, de 11,58%.

(Agência Estado)

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