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dólar

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Ibovespa

Dólar
O dólar fechou ontem no maior nível desde o final de julho, ao superar R$ 3,28 no mercado à vista, em meio à apreensão com o ambiente doméstico. De acordo com agentes financeiros, o movimento no câmbio se ancorou na contínua preocupação com o apoio político necessário para o andamento do programa de reformas e de ajuste fiscal do governo de Michel Temer. Contribuiu também para a alta do dólar a tensão trazida pela nova operação da Polícia Federal, batizada de Greenfield. No entanto, o impacto mais acentuado desses assuntos no câmbio só foi possível pela baixa liquidez, gerada pelo feriado nos Estados Unidos, de acordo com os especialistas ouvidos pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. No mercado à vista, o dólar negociado no balcão fechou em alta de 0,96%, aos R$ 3,2816, valor mais elevado desde 28 de julho, quando encerrou aos R$ 3,2943. De acordo com dados registrados na clearing da BM&FBovespa, o volume de negócios no segmento à vista somou US$ 595,396 milhões. Já no segmento futuro, o contrato de dólar para outubro avançou 0,73%, aos R$ 3,3080, com giro de US$ 6,555 bilhões.

Ibovespa
A Bovespa teve um dia de negócios reduzidos à metade devido ao feriado do dia do trabalho nos Estados Unidos. Com as bolsas americanas fechadas, as principais referências para os negócios foram os mercados europeus e principalmente as cotações do petróleo. Depois de alternar pequenas altas e baixas, o Índice Bovespa terminou o dia em baixa de 0,08%, aos 59.566,34 pontos, e com R$ 3,66 bilhões em negócios.

Petrobras
As ações da Petrobras operaram em alta durante todo o dia. Ao final dos negócios em horário regular, Petrobras ON e PN tiveram altas de 2,88% e 1,92%, respectivamente. Do lado negativo, o principal destaque do dia foi JBS ON, que liderou as quedas do Ibovespa (-10,04%) como reação à operação de busca da Polícia Federal na holding J&F, controladora do frigorífico. Ainda do lado negativo, destaque para Vale ON (-1,86%) e Vale PNA (-2,39%), que reagiram ao rebaixamento da recomendação da ação da mineradora de "neutra" para "venda" feita pelo UBS. O banco suíço justifica a revisão pelos preços do minério de ferro, que estariam superestimados.

Juros
Os principais contratos de juros futuros fecharam com viés de alta, mas próximos dos ajustes da sexta-feira. Após atravessarem o dia em leve baixa, o contrato com vencimento em janeiro de 2018 (55.140 contratos) fechou em 12,54%, de 12,52% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2019 (57.700 contratos) encerrou na máxima de 11,96%, ante 11,92% no ajuste da sexta-feira. O DI janeiro de 2021 (33.280 contratos) terminou em 11,93%, também na máxima, de 11,89%.

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