MERCADO FINANCEIRO
Petrobras ON
sobe
Vale
desce
Bovespa
Depois de encerrar no maior nível em quase dois anos, a Bovespa terminou estável, embora contabilize ganho semanal de 1,11%. A valorização de mais de 2,0% dos contratos futuros de petróleo não impediu um movimento de realização nas bolsas de Nova York - que na véspera renovaram máximas históricas - tampouco foi suficiente para dar impulso ao Ibovespa, que parece confortável no atual patamar.
Petrobras
Internamente, o destaque ficou por conta das ações da Petrobras, que reagiram aos resultados trimestrais da companhia, divulgados nesta quinta após o fechamento do mercado. Embora o lucro tenha vindo abaixo do esperado, outros pontos do balanço agradaram, como a redução na alavancagem.
Cotações
Os papéis da estatal operaram em alta durante a maior parte do pregão, beneficiados também pelas cotações do petróleo, mas no fim terminaram sem direção única, desempenho que pode ser justificado pela proximidade do vencimento de opções sobre ações, na segunda-feira (15). As ações da Petrobras encerraram em alta de 1,68% as ON e queda de 0,83% as PN.
Vale
Outro alvo do exercício, a Vale figurou entre os destaques de queda, penalizada por avaliações negativas por parte de bancos e por dados fracos da indústria chinesa. Assim como na quinta, o Ibovespa encerrou aos 58.298,40 pontos, no maior patamar de fechamento desde 18 de setembro de 2014, quando marcou 58.374 pontos. Entre mínima e máxima, o índice à vista foi dos 57.987 pontos (-0,54%) aos 58.753 pontos (+0,78%). O giro financeiro somou R$ 7,59 bilhões. A Bovespa acumula ganho de 1,73% no mês de agosto e valorização de 34,49% em 2016.
Dólar
Sinalizações do governo de que a queda do dólar atingiu um nível desconfortável levaram o mercado de câmbio a promover o segundo dia consecutivo de ajustes, com investidores promovendo recomposição de posições em moeda americana. Ao final dos negócios no mercado à vista, o dólar ficou cotado a R$ 3,1847, com alta de 1,47%. No acumulado da semana, a divisa somou ganho de 0,48% frente ao real.
Juros
Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2017 (76.475 contratos) fechou na mesma taxa da véspera: 13,965%. O DI janeiro de 2018 (84 770 contratos) também encerrou estável, em 12,65%. O DI janeiro de 2019 (113.633 contratos) terminou em 12,09%, mesma taxa do ajuste anterior. O DI janeiro de 2021 (97.121 contratos) fechou estável em 11,89%.
(Agência Estado)





