Ibovespa
sobe

Dólar
desce

Dólar
A expectativa de novos ingressos de recursos ao País foi um dos principais fatores que levaram o dólar a mais uma desvalorização. A moeda americana terminou o dia cotada a R$ 3,1420 no mercado à vista, em baixa de 0,87%, menor valor desde 15 de julho de 2015 (R$ 3,133). Na mínima, a cotação chegou aos R$ 3,1285 (-1,30%), e na máxima, a R$ 3,1739 (+0,14%). No mercado futuro, o dólar para setembro fechou em baixa de 0,95%, cotado a R$ 3,1700.

Bovespa
A Bovespa segue à espera de um driver para definir seu rumo e voltou a operar de lado, sem fôlego para ganhos expressivos. O apetite dos investidores é limitado pela fraqueza de suas pares em Nova York e pela persistente rota de queda do petróleo no mercado internacional.

Impeachment
Internamente, os investidores acompanham a sessão de pronúncia do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Embora operadores acreditem que a saída definitiva da petista já tenha sido precificada, a hipótese de um placar amplamente favorável ao afastamento ainda pode animar a Bolsa - já que reforça a expectativa de ingresso de recursos no País.

Estabilidade
O Ibovespa encerrou ao redor da estabilidade pelo terceiro pregão seguido. Ontem, terminou em leve alta de 0,09%, aos 57.689,41 pontos. Na segunda-feira, marcou baixa de 0,04% e, na sexta-feira, 5, registrou discreto ganho de 0,12%. No pregão desta terça, o índice à vista bateu mínima aos 57.615 pontos (-0,04%) no início da tarde, enquanto durante a manhã alcançou os 58.095 pontos (+0,80%) na máxima, aproveitando que o petróleo ainda apresentava valorização em Londres e em Nova York. O giro financeiro somou R$ 5,51 bilhões. No mês de agosto, a Bolsa tem ganho acumulado de 0,67% e, no ano, de +33,08%.

Petrobras
As ações da Petrobras devolveram os ganhos vistos durante a manhã e terminaram em queda de 0,51% (ON) e 0,25% (PN), em linha com a fraqueza do petróleo no exterior. Em meio a previsões de aumento na produção da commodity nos Estados Unidos, os contratos futuros fecharam em queda, pressionados também pelo ceticismo em relação à possibilidade de a Organização dos Países Organizadores de Petróleo (Opep) congelar a produção em setembro.

Juros
Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2017 (144.465 contratos) fechou em 13,935% (mínima), de 13,975% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2018 (112.405 contratos) terminou em 12,65% (mínima), de 12,74%. O DI janeiro de 2019 (115.780 contratos) caiu de 12,17% para 12,08% (mínima). O DI janeiro de 2021 (102.805 contratos) recuou de 11,95% para 11,85%.

(Agência Estado)

mockup