MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Bovespa
Desceu
Dólar
Ajuste
A Bovespa terminou ontem em leve alta de 0,12%, aos 57.661,14 pontos. Na semana, o índice à vista teve valorização de 0,62%, nada mal para quem contabilizava perdas de 2,0% só nos dois primeiros dias. Os investidores estrangeiros se concentraram em peso na ponta vendedora, ajustando posições recentes. Na abertura, refletindo os números sólidos do payroll, o índice à vista começou em alta e alcançou os 57.951 pontos (+0,62%) na máxima. Na mínima, marcou 57.290 pontos (-0,53%). O volume foi mais fraco e somou R$ 5,93 bilhões. No ano, a Bolsa tem ganho de 32,78%.
Alvo
Principal alvo de ordens de venda por parte de corretoras estrangeiras, as ações da Petrobras recuaram 2,28% (ON) e 3,00% (PN). No exterior, o petróleo chegou a cair mais de 1% durante a tarde, mas devolveu a maior parte das perdas no fim da sessão. O movimento aconteceu a despeito de um novo aumento do número de poços e plataformas em atividade nos EUA, o sexto consecutivo. Na Nymex, o contrato WTI para setembro fechou em queda de 0,31%, a US$ 41,80 por barril. Já o contrato do Brent para outubro cedeu 0,04%, a US$ 44,27 por barril, na ICE.
Dólar
O dólar à vista cedeu mais 0,75% e fechou o dia cotado a R$ 3,1695, novo piso do ano. Foi a quarta queda consecutiva da moeda americana, que terminou a semana com desvalorização de 2,24% e com o menor valor desde 21 de julho de 2015. Entre as causas estão as boas notícias dos últimos dias no cenário internacional e um alívio no desconforto dos investidores com o cenário político e fiscal brasileiro. O Banco Central voltou a ofertar 10 mil contratos de swap cambial reverso (equivalente a uma compra de dólares no mercado futuro), em valor corresponde a US$ 500 milhões.
Taxa de juros
Os juros futuros deram sequência ao movimento de ontem e fecharam em baixa nesta sexta. Ao término da etapa regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2017 (226.770 contratos) fechou em 13,960%, de 13,980% no ajuste anterior. As principais taxas de médio e longo prazos fecharam nas mínimas da sessão. O DI janeiro de 2018 (89.070 contratos) caiu de 12,78% para 12,71%. O DI janeiro de 2019 (138.290 contratos) fechou em 12,12%, de 12,20%. O DI janeiro de 2021 (134.455 contratos) terminou em 11,85%, de 11,97%. O governo, nos últimos dias, tem se mobilizado para convencer o mercado de que não abandonou a postura rígida. (Agência Estado)





