MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Dólar
Desceu
Petrobras
Devolução
A Bovespa inicia agosto muito diferente de como encerrou o mês passado, quando saltou mais de 11%. Segundo operadores, chegou a hora de reavaliar as carteiras e devolver parte dos ganhos acumulados, diante da cautela externa e pela fraqueza do petróleo no exterior. Com o barril da commodity negociado abaixo dos US$ 40 na Nymex, as ações da Petrobras encerraram em queda ontem. O Ibovespa encerrou a sessão em queda de 0,96%, aos 56.755,75 pontos, não muito distante da mínima, quando recuou aos 56.676 pontos (-1,10%). No começo, chegou a avançar 0,73% na máxima, aos 57.729 pontos. O giro financeiro somou R$ 6,62 bilhões. Em 2016, o Ibovespa acumula valorização de 30,93%.
Petrobras
A Petrobras viu as ações terminarem em queda de 5,85% (ON) e 5,22% (PN), devolvendo parte dos ganhos de mais de 10% do mês de julho. A pressão veio principalmente das cotações do petróleo, que caíram forte em meio a relatos de que a produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) pode ter crescido em julho e diante do aumento do número de plataformas em operação nos Estados Unidos.
Dólar
Agosto começou em ritmo cauteloso. A volta dos leilões de swap reverso do Banco Central e a expectativa pelo retorno das atividades no Congresso incentivaram a valorização da moeda americana. Depois de oscilar entre a mínima de R$ 3,2466 (+0,14%) e a máxima de R$ 3,2748 (+1,01%), o dólar à vista terminou a R$ 3,2693, com avanço de 0,84%. Foram movimentados US$ 583 milhões em negócios. No mercado futuro, o dólar para setembro fechou em alta de 0,67%, aos R$ 3,2980. O volume financeiro negociado totalizou cerca de US$ 8,9 bilhões.
Taxas de juros
Os juros futuros fecharam a sessão em baixa na parte intermediária e longa da curva a termo, enquanto os curtos encerraram perto dos ajustes anteriores. As principais influências para o mercado foram o recuo das expectativas de inflação trazido pela pesquisa Focus, do Banco Central, e os sinais mais desinflacionários do cenário externo. A sessão, no entanto, foi de giro fraco até para uma segunda-feira. Ao término, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2017 (62.600 contratos) terminou estável em 13,975%. O DI janeiro de 2018 (110.150 contratos) caiu de 12,83% para 12,80%. O DI janeiro de 2021 (55.965 contratos) encerrou a 11,93%, de 11,98%. (Agência Estado)





