MERCADO FINANCEIRO
Ibovespa
A Bovespa avançou mais um pouco ontem e galgou um novo pico no ano. O Índice Bovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou em alta de 0,64%, aos 57.002,08 pontos - maior patamar desde 15 de maio de 2015. As ações dos bancos foram grandes responsáveis pela nova valorização do Ibovespa. Depois de uma correção na véspera, esses papéis, que respondem por cerca de 25% da carteira do índice, retomaram a trajetória de alta. A reação acontece poucos dias antes do início dos balanços do setor. Banco do Brasil não se recuperou das perdas da véspera e manteve o viés negativo, com queda de 1,62%.
Petrobras
As ações da Petrobras também se sobressaíram no pregão desta sexta-feira, ao resistir em parte às fortes quedas do petróleo nas bolsas de Londres e Nova York. Petrobras PN terminou o dia em alta de 0,76%, enquanto Petrobras ON, favorita dos investidores estrangeiros, terminou o dia em baixa de 0,36%. O bom desempenho é atribuído a expectativas positivas quanto ao plano de desinvestimento da estatal, para amortização de dívidas. Nesta sexta, o conselho de administração da petroleira iria deliberar sobre a proposta de mudança no modelo de venda da BR Distribuidora.
Dólar
Em mais um dia de volatilidade das cotações, o dólar ante o real fechou perto das mínimas intraday, registradas na última hora de negociação de ontem. A moeda norte-americana acelerou o recuo ante o real, após o petróleo ter reduzido as perdas no fechamento dos mercados em Londres e Nova York. O dólar à vista testou mínima de R$ 3,2546 (-0,93%). Já o dólar agosto caiu até R$ 3,2620. No fechamento, o dólar à vista foi cotado a R$ 3,2588, em baixa de 0,80%. Na máxima intraday registrou R$ 3,2963 (+0,34%). O volume financeiro somou cerca de US$ 1,334 bilhão.
Juros
Os juros futuros mantiveram o sinal de alta, ao contrário de quinta-feira, os contratos longos é que foram destaque. Após o Comitê de Política Monetária (Copom) listar em seu comunicado "incertezas quanto à aprovação e implementação dos ajustes necessários na economia", os juros subiram amparados no noticiário que eleva preocupações com a área fiscal. Ao término da negociação normal da BM&FBovespa, o contrato com vencimento em janeiro de 2017 (97.880 contratos) fechou estável ante o ajuste anterior, em 13,945%. O DI janeiro de 2018 (126.472 contratos) subiu de 12,78% para 12,84%. O DI janeiro de 2021 (107.180 contratos) encerrou em 12,07%, de 11,97%.





