Subiu
Ibovespa

Desceu
Vale

Bovespa
A Bovespa emplacou ontem sua décima alta consecutiva, na maior sequência de ganhos verificada desde agosto de 2010. A melhora de percepção com o cenário doméstico e o noticiário corporativo mais favorável foram fundamentais para a manutenção do apetite do investidor, elevando os ganhos da bolsa para 10,04% em julho e 30,79% em 2016. No fechamento, o Ibovespa marcou 56.698,06 pontos, na máxima do dia, em alta de 0,38%. Pela manhã, o índice chegou a cair 0,42%, influenciado pelo cenário externo avesso a risco, em meio a incertezas econômicas e geopolíticas.

Petrobras
As ações da Petrobras estiveram em evidência durante praticamente todo o dia, principalmente porque minimizaram as quedas fortes dos preços do petróleo no mercado internacional. Além de expectativa de avanço no plano de desinvestimentos e numa melhora na gestão da empresa, os papéis refletiram a melhora de percepção geral com o País. Petrobras PN, mais negociada, teve alta de 1,99%. Petrobras ON, preferida pelos estrangeiros, avançou 1,24%. O mesmo aconteceu com as ações ordinárias do Banco do Brasil, que subiram 4,86%, em um dia de queda generalizada no setor financeiro.

Vale
Já os papéis da Vale foram o contraponto do dia, com quedas relevantes durante todo o pregão. A baixa de 2% do minério de ferro no mercado à vista chinês derrubou não apenas a mineradora brasileira, como também as ações de suas pares pelo mundo. Vale fechou em queda de 4,21% (ON) e de 2,84% (PNA).

Dólar
O dólar reduziu a alta ante o real durante a tarde de ontem, em meio à entrada de recursos no mercado pela via comercial e da perspectiva de liquidação amanhã do leilão de títulos do Tesouro Nacional realizado ontem. As novas medidas de estímulo anunciadas pelo Banco Central da Turquia também sustentaram as expectativas de fluxo financeiro adicional para o Brasil, uma vez que a confiança na economia nacional tem se fortalecido, disseram operadores, com base em novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Instituto Internacional de Finanças (IIF).

Preços
No balcão, o dólar à vista fechou aos R$ 3,2572, em alta de 0,22%, pouco acima da mínima intraday de R$ 3,2547 (+0,15%). De acordo informações registradas na clearing da BM&F Bovespa, o volume total de negócios somou US$ 952,500 milhões, acima dos US$ 481,211 milhões de segunda-feira, mas bem menor que a média diária. No mercado futuro, às 17h17, o contrato de dólar para agosto avançava 0,11%, aos R$ 3,2700, com giro de US$ 11,225 bilhões.

Agência Estado

mockup