Banco do Brasil ON
sobe

Vale
desce

Dólar
O dólar acumulou a terceira queda consecutiva ante o real no segmento à vista, a despeito de nova intervenção do Banco Central no mercado. A expectativa de aumento de liquidez internacional e a amenização da turbulência política no Brasil abriram caminho para queda de 1,60% pela manhã, aos R$ 3,2170, menor valor intraday desde 1º de julho. No entanto, as perdas passaram a ser reduzidas ao longo do dia até a máxima intraday de R$ 3,2582 (-0,34%) durante a tarde, em resposta à busca por proteção diante das preocupações de que o crescimento da China poderá ficar abaixo do esperado.

Cotação
No balcão, o dólar fechou aos R$ 3,2594, em queda de 0,30%, com giro total de US$ 1,264 bilhão, de acordo os registros da clearing da BM&F Bovespa. No período de três dias, a baixa acumulada é de 1,46%. Já no mercado futuro, o contrato de dólar para agosto perdeu 0,47%, aos R$ 3,2665, com um volume de negócios de US$ 11,914 bilhões.

Bovespa
A Bovespa subiu mais 1,62% e registrou sua sétima alta consecutiva, atingindo 55.480,86 pontos, maior patamar desde 19 de maio de 2015. A atratividade das ações de empresas brasileiras foi garantida pela vitória de Rodrigo Maia (DEM-RJ) na eleição à presidência da Câmara dos Deputados e a continuidade do bom humor nos mercados internacionais, que levaram as bolsas americanas a bater recordes.

Bancos
O grande catalisador da alta do Ibovespa foi o grupo de ações do setor financeiro. Ao final do pregão, Itaú Unibanco PN teve alta de 4,12%, Bradesco PN avançou 4,12% e Itaúsa ON subiu 3,58%. Banco do Brasil ON fechou com alta de 5,32%, pegando carona com o cenário político favorável. A alta do Ibovespa teria sido maior não fosse a queda das ações da Vale. Os papéis terminaram o dia em baixa de 2,64% (ON) e de 2,47% (PNA).

Em alta
O volume de negócios totalizou R$ 8,85 bilhões, bem acima da média diária de julho, de R$ 6,22 bilhões. Em sete dias de alta, o Ibovespa contabiliza ganho de 7,02%. No acumulado de julho, o índice tem valorização de 7,68%. No ano, a alta é de 27,99% em reais e de 55,50% em dólares.

Juros
O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2017 encerrou com taxa de 13,860%, na máxima, ante 13,855% no ajuste anterior, com 66.079 contratos. O DI janeiro de 2018 (88.897 contratos) terminou em 12,67%, de 12,68% no último ajuste. O DI janeiro de 2019 (148.685 contratos) fechou em 12,18%, estável. O DI janeiro de 2021 (156.048 contratos) caiu de 12,04% para 11,98%, fechando perto da máxima de 11,99%. Na mínima, chegou a 11,88%.

(Agência Estado)

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