MERCADO FINANCEIRO
Bovespa
sobe
Dólar
desce
Dólar
O dólar se manteve em queda durante toda a sessão de ontem com desmonte de posições compradas de tesourarias bancárias e de investidores em geral, diante de uma perspectiva de liquidez global elevada. No entanto, nos minutos finais do dia, o dólar atingiu uma série de máximas e reduziu as perdas, em um movimento de busca por proteção, sob expectativa do anúncio de novo leilão de swap cambial reverso, para hoje.
Cotação
No mercado de balcão, o dólar à vista fechou em queda de 0,41%, aos R$ 3,2943, perto da máxima intraday de R$ 3,2975 (-0,31%). A mínima, por outro lado, ficou afastada, em R$ 3,2652 (-1,28%). O volume de negócios registrado na clearing da BM&F Bovespa foi de US$ 1,048 bilhão. Já no mercado futuro, o contrato de dólar para agosto encerrou aos R$ 3,3145, em queda de 0,48%, com giro de US$ 13,443 bilhões.
Bovespa
O Índice Bovespa teve sua quinta alta consecutiva ao subir 0,55% e atingir 54.256,40 pontos, maior nível desde 28 de abril. Pela manhã, chegou a subir até 54.746 pontos (+1,46%), embalado pelo bom humor no cenário internacional. À tarde, perdeu fôlego com a virada das ações de bancos, que se renderam a um movimento de realização de lucros. O volume de negócios totalizou R$ 7,18 bilhões, acima da média diária de julho, que está em R$ 5,712 bilhões.
Otimismo
A expectativa de adoção de estímulos econômicos de bancos centrais pelo mundo e a alta firme dos preços das commodities foram a base do otimismo do investidor estrangeiro. Ações da Petrobras e Vale subiram com força. Petrobras 3,10% (ON) e 2,80% (PN). Vale ON 4,92% e Vale PNA 3,48%.
Siderúrgicas
Com menor peso na composição da carteira, as ações do setor siderúrgico lideraram as altas do Ibovespa. As ações preferenciais da metalúrgica e da siderúrgica Gerdau foram as maiores alta do índice, com 7,11% e 5,90%. CSN ON (+4,70%), também esteve na lista.
Bancos
A alta da bolsa só não foi maior porque as ações de bancos passaram a cair no período da tarde. Foram lideradas por Santander Brasil Unit (-2,61%), Itaúsa PN (-1,54%), Banco do Brasil ON (-1,28%) e Itaú Unibanco PN (-0,84%).
Juros
Ao término da etapa regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) vencimento em janeiro de 2017 encerrou em 13,875%, de 13,870%, com 138.555 contratos. O DI janeiro de 2018 (161.680 contratos) fechou em 12,70%, de 12,69% no último ajuste. O DI janeiro de 2019 (144 455 contratos) terminou na máxima de 12,24%, de 12,18%. O DI janeiro de 2021 (135.740 contratos) também encerrou na máxima do dia, em 12,09%, ante 11,99%.
(Agência Estado)





