MERCADO FINANCEIRO
Bovespa
sobe
Dólar
desce
Em queda
O fluxo financeiro positivo no mercado futuro sustentou um giro consistente de negócios e manteve o dólar em queda ante o real durante toda a sessão, de acordo com profissionais de câmbio. A firme valorização da moeda brasileira também se apoiou em expectativas de novos ingressos de recursos estrangeiros no País e numa "parada técnica" do Banco Central com leilões de swap cambial reverso.
Cotação
O dólar fechou aos R$ 3,2966, em queda de 1,94%. Em julho, acumula ganho de 2,68%. De acordo com a clearing da BM&FBovespa, o giro financeiro totalizou US$ 1,104 bilhão. No mercado futuro, o contrato de dólar para agosto encerrou em baixa de 2,15%, aos R$ 3,3185, com volume total negociado de cerca de US$ 16,319 bilhões. Já a taxa do FRA de cupom cambial de setembro recuava aos 2,30%, de 2,35% no fechamento de quinta-feira.
Bovespa
Animada por notícias dos cenários interno e externo, a Bovespa teve uma sessão de altas expressivas. O Índice fechou em alta de 2,16%, aos 53.140,74 pontos, maior pontuação desde 12 de maio. O resultado positivo teve como principais influências as ações de Petrobras, Vale, setor bancário e siderúrgico. Os papéis da Petrobras continuaram a atrair compradores. A commodity teve altas leves nas bolsas de Londres e Nova York e as ações da estatal brasileira terminaram o dia com altas de 2,76% (ON) e de 2,93% (PN).
Vale
Mesmo com a estabilidade do preço do minério de ferro no mercado à vista chinês, as ações da Vale subiram 1,06% (ON) e 1,88% (PNA), acompanhando o comportamento de suas pares no exterior. O mesmo aconteceu com os papéis de siderurgia, puxados por Cemig PN (+6,42%) e CSN ON (+6,09%), as duas maiores altas do Ibovespa. Fibria ON (-3,94%), Klabin Unit (-3,27%) e Braskem (-0,49%) estiveram entre as maiores quedas do Ibovespa.
Resultados
O volume de negócios na bolsa totalizou R$ 5,85 bilhões. Com o resultado de ontem, o Ibovespa encerra a semana com ganho de 1,74%. Assim, passa a contabilizar alta de 3,13% em julho e de 22,59% no ano. Em 12 meses, o índice passa a acumular ganho de 2,63%.
Juros
Ao término da etapa regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2017 tinha taxa de 13,885%, de 13,905%, com 149.620 contratos. O DI janeiro de 2018 (154.670 contratos) fechou em 12,69%, de 12,78%. O DI janeiro de 2019 (181.690 contratos) caiu de 12,37% para 12,19%. O DI janeiro de 2021 (136.380 contratos) encerrou em 12,05%, de 12,26%.
(Agência Estado)





