MERCADO FINANCEIRO
Petrobras
sobe
JBS ON
desce
Dólar
O dólar engatou uma tendência de alta no meio da manhã de ontem e fechou a sessão em terreno positivo, refletindo o primeiro leilão de swap cambial reverso da gestão de Ilan Goldfajn no Banco Central. A percepção de que a autarquia continuará atuante para conter a queda do dólar se consolidou após Ilan Goldfajn declarar à imprensa que pretende usar os instrumentos para reduzir as posições em swap tradicional da instituição.
Cotação
No mercado à vista, a moeda americana encerrou em alta de 0,63%, aos R$ 3,2307. Na mínima, atingiu R$ 3,1965 (-0,44%) e na máxima, R$ 3,2480 (+1,17%). O volume de negócios somou cerca de US$ 1,643 bilhão. A taxa Ptax fechou aos R$ 3,2298 (+0,62%).
Bovespa
A Bovespa teve sua quarta alta consecutiva, influenciada mais uma vez pela melhora do humor dos investidores estrangeiros. Uma nova rodada de ganhos nas bolsas da Europa e Estados Unidos e a alta dos preços do petróleo beneficiaram também os países emergentes e o Índice Bovespa terminou o dia em alta de 1,37%, aos 52.233,04 pontos. Em quatro pregões seguidos de alta, os ganhos acumulados foram de 6,07%.
Em alta
Entre as ações que compõem o Ibovespa, um dos destaques mais importante ficou com os papéis da Petrobras, que avançaram 4,78% (ON) e 4,25% (PN), apoiados na alta do barril do petróleo nas bolsas de Nova York (+1,36%) e de Londres (+1,28%). O setor de mineração e siderurgia também se destacou, tendo CSN ON (+12,02), Usiminas PNA (+5,97%) e Gerdau PN (+5,09%) entre os maiores ganhos do Ibovespa. As ações da Vale subiram significativamente (+2,15% a ON e +1,61% a PN), apesar do preço do minério de ferro ter recuado 0,4% no mercado à vista chinês.
Em baixa
Na contramão da tendência predominante na Bovespa esteve JBS ON. A ação liderou as quedas do Ibovespa durante todo o dia e fechou com perda de 5,00%, depois de ter caído até 7,90%. O papel reagiu negativamente à informação de que a Eldorado Brasil foi alvo da nova fase da Operação Lava Jato deflagrada ontem. A empresa é controlada pela J&F Investimentos, que tem entre seus empreendimentos a JBS.
Juros
Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2017 projetava 13,870%, de 13,925% no ajuste anterior, com 156.900 contratos. O DI janeiro de 2018 (241.490 contratos) caiu de 12,88% para 12,72%. O DI janeiro de 2019 (195.690 contratos) terminou em 12,27%, de 12,41%. Com 143.695 contratos, o DI janeiro de 2021 fechou em 12,20%, de 12,15%.
(Agência Estado)





