Subiu
Petrobras

Desceu
Dólar

Dólar
A percepção de que o Banco Central deve continuar afastado das intervenções no mercado cambial pavimentou o caminho para o segundo dia de queda do dólar. No mercado à vista, a divisa norte-americana encerrou ontem com baixa de 2,04%, aos R$ 3,2373, menor valor desde 22 de julho de 2015 (R$ 3,2270). O volume total negociado foi de R$ 3,805 bilhões, mais que o dobro dos US$ 1,586 bilhão registrados anteontem. Em duas sessões, a perda chega agora a 4,56%. Na mínima bateu em R$ 3,2304 (-2,25%) e na máxima atingiu R$ 3,2775 (-0,82%). No mercado futuro, o contrato para julho recuou 2,41%, aos R$ 3,2255. O giro totalizou US$ 19,103 bilhões, ante US$ 19,427 bilhões anteontem.

Bovespa
A Bovespa teve um novo pregão de recuperação ontem, favorecido pela continuidade da trégua no nervosismo do cenário internacional. O Índice Bovespa fechou em alta de 1,99% e recuperou o patamar dos 51 mil pontos (51.001,90). A alta é de 5,22% em junho e está próxima de anular as perdas acumuladas desde o plebiscito britânico. A alta dos preços do petróleo mais uma vez sustentou os papéis da Petrobras. A commodity subiu 3,96% no contrato para agosto negociado na Nymex, com o barril cotado a US$ 49,88 por barril. Com isso, Petrobras ON subiu 2,84% e Petrobras PN avançou 3,26%. Os papéis da Vale acompanharam o desempenho positivo das ações ligadas a commodities e subiram 1,62% (ON) e 2,47% (PNA).

Financeiras
As ações de bancos voltaram a se destacar na alta, sintonizadas com os papéis de seus pares no exterior, que haviam sido fortemente penalizadas pelo Brexit. As units do Santander terminaram o dia com ganho de 2,94%, seguidas por Banco do Brasil ON (+2,87%) e Bradesco PN (+2,41%).

Juros
Os juros futuros fecharam em alta ao longo de toda a estrutura a termo, apesar do tombo do dólar e do apetite ao risco que deu o tom aos ativos no mundo todo. Aumentou a percepção de que não há espaço para corte da Selic nos próximos meses. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2017 encerrou na máxima de 13,885%, ante 13,840% no ajuste anterior, com 167.735 contratos. O DI janeiro de 2018 (348.470 contratos) também terminou na máxima, a 12,82%, de 12,68%. O DI janeiro de 2019 (240.090 contratos) fechou em 12,40%, na máxima, de 12,22% ontem. O DI janeiro de 2021, com 195.840 contratos, subiu de 12,07% para 12,21%. (Agência Estado)

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