Bovespa
sobe

Dólar
desce

Dólar
O dólar caiu pela quarta sessão seguida ante o real nesta sexta-feira, com baixa de 1,27%, para R$ 3,4214, em meio ao alívio da percepção de risco no exterior. A trégua lá fora foi direcionada pelo possível adiamento da votação no Reino Unido sobre a permanência ou não na União Europeia. Após a morte da parlamentar britânica Jo Cox, que era favorável ao "ficar", há também a leitura de que a comoção em torno da tragédia pode beneficiar a causa da deputada trabalhista. A votação está marcada para a semana que vem, no dia 23, mas as campanhas em torno do referendo foram suspensas desde o incidente.

Bovespa
A Bovespa teve nesta sexta-feira sua terceira alta consecutiva, ao terminar a sessão de negócios com ganho leve, de 0,25%, aos 49.533,84 pontos. Os negócios totalizaram R$ 7,25 bilhões. As oscilações voltaram a ser determinadas pelo cenário internacional, às voltas com o plebiscito do dia 23 no Reino Unido e as oscilações das commodities. O noticiário corporativo teve efeitos localizados e o cenário político permaneceu em segundo plano.

Petrobras
A melhora do humor dos investidores se refletiu nos mercados de câmbio, com enfraquecimento do dólar e valorização dos preços das commodities. A forte valorização do petróleo deu impulso às ações da Petrobras, que terminaram o dia com altas de 5,76% (ON) e de 5,29% (PN). Além disso, o novo presidente da companhia, Pedro Parente, disse já ter recebido ofertas para aquisição da BR Distribuidora.

Vale
A valorização de 1% do minério de ferro no mercado chinês ajudou na recuperação de ações de mineração pelo mundo e também beneficiou os papéis da Vale. As ações ordinárias da Vale terminaram o dia em alta de 0,33%, enquanto as preferenciais subiram de 0,66%.

Sobe e desce
Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as maiores altas foram de Estácio ON (+7,26%), que anunciou mudança na presidência, e Cemig PN (+5,93%). Já as maiores baixas ficaram com ações de empresas exportadoras, penalizadas pela queda do dólar. Foram elas Fibria ON (-2,97%), Suzano PNA (-2,45%) e Marfrig ON (-2,39%).

Taxas de juros
Os juros futuros de curto prazo encerraram com viés de alta e os longos recuaram nesta sexta-feira. Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2017 indicou 13,785% (145.465 contratos), de 13,775% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2018 (174.170 contratos) passou de 12,77% para 12,78%. Com 126.630 contratos, o DI janeiro de 2019 caiu de 12,59% para 12,54%. O DI janeiro de 2021 (102.040 contratos) terminou em 12,62%, de 12,70%.

(Agência Estado)

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